Fontes: Expanded Psionics Handbook, Complete Psionic, Oriental Adventures, Eberron Campaign Setting, Races of Eberron, Tome of MagicConhecidos por sua presteza, domínio de magia verde e filosofias diferentes, além de viverem na Terra da Escuridão Perpétua, os xeph são envoltos em fascínio e mistério para a maior parte dos habitantes do Grande Círculo.
Metagame: Os xeph acabaram sendo uma mistureba danada, basta ver quantas fontes aqui. Eles são a 'raça oriental' de GD, também são ' raça psiônica' e tem todo esse lance exótico do Plano das Sombras.
Alguns xeph viajam para outros reinos, alguns em peregrinações religiosas ou filosóficas, outros buscando simplesmente lucro (muitas vezes se aproveitando da ignorância e admiração de grande parte do povo sobre sua gente). Qualquer que seja o motivo, não é uma visão rara - embora costume ser memorável - um andarilho ou comerciante xeph num centro urbano de Falenia ou Visper.
Personalidade: Os xeph são um povo alegre e amigável, recebendo visitantes de braços abertos. Essa postura de companheirismo é praticamente uma questão de sobrevivência em Kurairiku. Outro aspecto que esse companheirismo cultural assume é na fidelidade de um xeph com seus amigos e no que ele espera em retorno - se traído por alguém em quem confia, um xeph pode devotar sua vida a pagar na mesma moeda; apesar disso, os xeph não são vingativos - eles tendem a esquecer problemas e inimizades em nome do bem maior, portanto é relativamente fácil que esqueçam desentendimentos após breves brigas (desde que ambos os lados acreditem estarem quites, claro). Nessa mesma linha de pensamento, eles preferem evitar uma briga que entrar em uma, mas amam a arte do combate e uma vez envolvidos em uma batalha são guerreiros habilidosos e implacáveis. Dizem em Visper que "Um xeph daria um olho para não entrar numa briga, mas daria os dois para não sair".
Em termos de magia, os xeph praticam a magia verde com maestria - ela vem naturalmente para a raça. Alguns estilos de magia vermelha, como Shadow Hand, também são praticados e ensinados em mosteiros ou escolas de artes marciais. Elfos usuários de magia azul, branca ou negra são incomuns, mas existem em quantidade suficiente para não causar estranheza.
Xeph apreciam muito a música como arte e são apaixonados pela língua falada. Apesar de serem em geral alfabetizados e possuírem razoável produção literária (perdendo para os elfos e para os humanos, mas ainda superior a dos anões), a falta de iluminação natural em suas terras faz com que poucos xeph dêem muito valor à palavra escrita (o que é mais um motivo para sua devoção pela magia verde, que não é registrada em livros). Aqueles que o fazem muitas vezes procuram o Verdadeiro Nome, no processo dominando uma forma especial de magia.
Aparência: Os xeph são basicamente humanóides, podendo ser facilmente confundidos com humanos se tiverem os olhos ocultos. Os xeph tendem a ter pele escura e cabelos negros lisos. Seus olhos possuem esclera de um verde vibrante e pupila negra ou castanha. Existem casos de xeph com cabelos e olhos prateados, mas é uma ocorrência rara e considera-se um bom augúrio. Eles possuem orelhas ligeiramente pontiagudas, como os meio-elfos e muitas vezes costumam usar seus cabelos em longas tranças (exceto a nobreza, que mantém o cabelo o mais longo possível e sempre solto).
Relações: Humanos vêem os xeph com um misto de admiração e assombro, em geral interagindo de uma distância segura. Os elfos os respeitam e admiram seu companheirismo, mas não deixam de expressar seu desconforto com a adoração das sombras. Anões, que vivem no subterrâneo com pouca iluminação e compartilham a lealdade da raça, têm nos xeph seus maiores aliados; acontecem até mesmo casamentos inter-raciais, coisa muito rara entre os anões. Muitos hengeyokai vivem em Kurairiku, em harmonia com os amigáveis xeph. Embora os elan da Ilha Proibida não demonstrem uma postura particularmente agressiva com o povo das sombras, a recíproca não é verdadeira - os xeph consideram os elan uma prova dos perigos do uso irresponsável da magia verde que tanto amam, com posturas pessoais variando da piedade ao ódio irrestrito. Os tieflings, naturalmente capazes de criar escuridão, são vistos com bons olhos pelos xeph em geral, sendo talvez o único povo que aceita os tieflings sem (muita) reserva. A dinasita Aesir mantém boas relações com Kurairiku e por isso muitos xeph admiram todos os aasimar, mesmo os viajantes planares. Os githyanki e githzerai são vistos com simpatia distante, muitas vezes por ignorância, visto que não ocorrem muitos encontros entre as raças. Orcs e goblinóides são respeitados como combatentes, mas até mesmo os xeph desconfiam de raças com histórico de conquista e tendências tão freqüentemente malignas.
Tendência: Xeph não tendem mais para a ordem nem para o caos - sua cultura possui muitas características ordeiras, como a lealdade, mas eles tendem a evitar levar quaisquer leis e regulamentos muito a sério. Apesar de seu companheirismo, os xeph acreditam imensamente no papel do indivíduo. "Uma pessoa a mais ou a menos faz toda a diferença", costumam dizer. Os xeph com mais freqüência são bons que maus, mas os xeph malignos existem e costumam ser extremamente dissimulados em sua maldade.
Terras dos Xeph: Os xeph são nativos de Kurairiku, chamada pelos elfos de Terra da Escuridão Perpétua, uma região cercada de enormes montanhas que dificultam a passagem do sol. A iluminação nas cidades xeph é geralmente feita com magia e as grandes cidades costumam ter grandes monolitos brilhantes que servem como relógio. Afastada do Grande Círculo, Kurairiku produz fungos comestíveis inexistentes em qualquer outra parte de Rubia, exportados por altos preços. As montanhas ao redor são ricas em minérios e madeira, geralmente exportados para os anões.
Religião: Os xeph crêem principalmente no Caminho das Sombras, mas não deixam de prestar homenagem a outros deuses ou respeitar filosofias diferentes. Aventureiros muitas vezes prestagm homenagem a Trithereon.
Língua: Os xeph falam sua própria língua, que possui sons muito diferentes dos encontrados nas línguas de outras raças. Eles usam o alfabeto humano e acredita-se que não possuíam linguagem escrita antes do intercâmbio com essa raça.
Nomes: Os nomes xeph costumam incluri terminações em 'ash' ou 'arsh' para homens e 'el' ou 'fel' para mulheres, além de incluir um nome de clã que é muitas vezes traduzido para o comum, geralmente com alguma referência a sombras ou ao escuro. Portanto, Darash Olhos Negros ou Melianel Rio Sombrio são ambos nomes xeph típicos.
Aventureiros: Existem muitos xeph aventureiros e eles podem seguir muitas carreiras. Existem andarilhos soulknife, clérigos do Caminho das Sombras espalhando essa filosofia, swordsages da disciplina Shadow Hand testando suas habilidades e magos buscando compreender melhor o Plano das Sombras.
Traços Raciais: Como o Expanded Psionics Handbook, exceto que como os kalashtar os xeph ganham 1 ponto de poder extra por nível em vez de um único ponto de poder extra no primeiro nível. Qualquer feat ou classe restrita para os kalashtar também pode ser adotada pelos xeph.

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