domingo, 31 de maio de 2009

A curva versão 3.0

Mexi de novo e continuo não estando satisfeito com o resultado.

A curva

A música soava com uma freqüência rotineira, criando uma sedutora trilha sonora que dos alto-falantes vazava suavemente. O som de teclados eletrôncios e percussão leve seguia conosco em nossa jornada através das cortinas do negrume da madrugada. As janelas estavam frias ao toque, evidenciado a temperatura mais baixa do lado de fora, mas eu me negava a crer que o clima pudesse ser mais frio. Manchas de sal e impressões digitais pintavam o vidro em sua sujeira e nas ruas a chuva escorria como uma preguiçosa cascata das calçadas. Um casal se abraçava na esquina, dividindo entre eles muito mais calor do que eu tinha em meu assento estofado e casaco fechado.

A música pulsou num timbre mais alto, porém ainda gentil, como o chiado distante de um pote de água fervente. O céu já brilhava fracamente, dando-nos um vago vislumbre da aurora distante. Pensei despreocupadamente que se um dia aprendesse a voar, nunca colocaria meus pés no chão novamente. O carro disparava por um trecho dolorosamente reto da estrada e ela não tinha movido o volante nem ao menos dois graus nos últimos vinte minutos, mas não falava faz muito mais tempo.

Percebi finalmente que outra época havia chegado; aquela dos resfriados e sobretudos; considerei que se estávamos quietos na viagem era porque queríamos chegar em casa. Resquícios das memórias do verão inundaram minha mente, os dias que eu guardava carinhosamente nos confins do coração. Como nós fomos; tão perfeitos e tão felizes, nas memórias do verão tão distante do medo e dos ciúmes. Agora, entre cada sorriso há uma lágrima nos olhos. O tempo era tão tangível sob a auroria fria que me fez lembrar de prometer nunca deixar o tempo escapar. Nossos sonhos pareciam tão distantes. Um trem havia saído da cidade uma hora atrás; mas não esperara por mim... ela foi me buscar.

A música parou e por um instante o carro parecia parado também, a paisagem tão repetitiva que era estática. Sem desviar o olhar, com um gesto quase mecânico, ela tocou o botão de reprodução suavemente com a ponta de sua unha manicurada. Eu finalmente estava sendo resoluto... poderia ela me pedir para mudar?

"Por que você está fazendo isso?", ela finalmente, disse sem esperar uma resposta. Sua voz penetrou o ar viciado como um espião em filmes de criança, tão inesperadamente que fez meu coração saltar.
"Eu não estou fazendo nada", eu disse, sem um átimo de crença no que dizia. "Isso é o que é melhor. Para mim, para você, para nós." Ou talvez apenas para mim, pensei, enquanto uma lágrima se formava no canto de seu olho esquerdo. Ainda chovia; não uma torrente mas uma garoa fina, triste e gelada que parecia seguir o ritmo sonolento que pingava dos alto-falantes. Eu não te amo mais, era tudo o que eu queria dizer. Nunca havia sentido tanto frio. E ironicamente sob o véu da aurora seguimos.

Súbito, a música jorrou dos alto-falantes e nos perdemos em sua cadência, duas poças crescentes na tempestade que se formava. Ela olhou para baixo e fechou seus olhos por um pouco mais que um instante, suas mãos delicadas se fechando com força no volante. Então ela estava chorando. Então ela estava gritando. Então eu estava gritando. A culpa e a apatia faziam chover confissões, sem respostas ou soluções... e nós nem ao menos sabíamos as perguntas.

Nossas vozes entrecortadas se tornaram parte da música. O carro dardejava pela noite. Enquanto nossas vozes diminuíam, a cadência novamente dominou o ar. Adiante, uma curva se aproximava. Ela não fez menção de desacelerar.

GD 06- Enigmas insolúveis da luz e soluções irrefutáveis das sombras

Klarf e Dominic aguadardavam Lengar, que havia desaparecido misteriosamente e também Arikel e Lerin, que haviam ultrapassado a barreira entre as dimensões para visitar o Castelo dos Corvos e conseguir o apoio da misteriosa Rainha d0s Corvos, senhora das seres feéricos. Eles são visitados por uma mulher pálida trajada em couro negro, de cabelos ruivos e olhos vazios. A mulher, que apresentava uma significante semelhança com o general Zan que os havia capturado anteriormente, se apresenta como Domaris, ninja da ordem do Sol Sombrio. Ela pergunta sobre uma poderosa fonte de mal que parecia vir deles - Klarf diz que é uma emanação da armadura de Dominic enquanto o soldado da Divisão Relâmpago apenas fala sobre outra fonta de mal na região. Domaris pergunta sobre o que eles fazem na região e Klarf responde de forma evasiva; a ninja então pede para se juntar a eles pelo resto da noite e acende uma fogueira. Ela explica a filosofia do Sol Sombrio: "mesmo a luz mais forte conjura uma sombra". Os ninjas do Sol Sombrio usam as trevas do interior de seus corações e almas como arma para enfrentar os males do mundo. Logo surgem outros ninjas - cinco meio-orcs armados com shurikens, que os atacam para levar Dominic - que Domaris ainda considera a fonte do mal. Após derrotarem os ninjas, Klarf estava prestes a ser nocauteado por Domaris quando Dominic a agarra e Klarf consegue fazer com que ela o ouça - afinal, eles não haviam matado nenhum de seus discípulos.
Enquanto isso, no Castelo dos Corvos, Lerin e Arikel precisam entreter a Rainha em um jantar. Arikel lhe conta a história de fuga de Ponto Verde como um feito de bravura e a Rainha fica impressionada e finalmente lhe dá a palavra; Arikel consegue que ela aceite ajudá-los desde que eles "provem seu valor" caçando o unicórnio negro que tem atacado o território dos killoren. Garai menciona que é o pior momento possível, por causa da lua cheia. Ainda assim, equipados com uma flecha capaz de inibir os poderes de teleportação do unicórnio, a dupla parte para a caça. Após um rápido combate, eles conseguem matar o unicórnio negro mas são atacados por um caçador lunar - durante a lua cheia, os caçadores lunares mais jovens precisam 'ganhar seu nome' caçando uma criatura selvagem. Tendo a sua presa roubada por Lerin e Arikel, o caçador os ataca e exige o máximo das habilidades da dupla para ser derrotado. Depois de derrotar o caçador, Lerin e Arikel não conseguem encontrar a Rainha. Garai, porém, lhes garante o apoio que a Rainha prometeu e ainda dá a Arikel uma enigmática caixa que deve ser aberta quando ele precisar de ajuda.
Quando Lerin e Arikel voltam, encontram a ninja e após explicações ela pede que o grupo a ajude a localizar um "grande mal" responsável pela destruição de uma pequena vila. Eles investigam a vila, encontrando a população todo morta - aparentemente por favor. Dentro de uma casa, uma das vítimas se levanta como um morto-vivo que traz a morte em seus olhos: um bodak. O grupo elimina a criatura e queima todos os corpos, protegendo-os da morte em vida. Seguindo os rastros do bodak original, eles chegam a uma caverna que a criatura aparentemente tomou como seu covil. Aliado a dois esqueletos gigantes, o monstro ataca o grupo e assim que Klarf cruza o olhar assustador da criatura, morre de pavor. Enquanto Dominic aplica o golpe final nos dois esqueletos e Arikel elimina por fim o bodak, depois de Lerin ter causado danos consideráveis a todos os oponentes, Domaris os guia até o monastério do Sol Sombrio, onde Klarf é ressucitado.
Sozinho em seu quarto, Dominic é visitado pelo demônio que lhe ofereceu suas aparentemente amaldiçoadas armadura e gargantilha. Após uma discussão, o demônio diz que pode dar a Dominic os meios para se tornar um membro da ordem do Sol Sombrio, assim aprendendo a lidar com as trevas de seu coração - mas exige a alma do tiefling em troca. Inicialmente relutante, Dominic acaba concordando e assina o contrato de sangue, entregando sua alma ao misterioso demônio.

domingo, 24 de maio de 2009

Races of Rubia: Orcs e Meio-Orcs

Guerra é a pedra fundamental da sociedade orc. Quando não estão atacando seus inimigos (incluindo muitas vezes outras tribos de orcs) eles treinam em combate, reparo e construção de armas comuns e de armas de cerco e esperam impacientemente pela próxima batalha.
As tribos de orcs fazem de cavernas em regiões montanhosas seu lar, já que cavernas são de fácil defesa e exigem pouco trabalho de construção. Por vezes uma tribo orc vive em um forte ou castelo tomado de inimigos mas essas costumam ser soluções temporárias - um orc se sente verdadeiramente em casa quando habita uma caverna cravada numa montanha. Tribos nômades são também bastante comuns, inclusive porque os orcs se reproduzem muito rápido e precisam se cavernas maiores com velocidade alarmante.
Orcs possuem uma sociedade brutal e patriarcal. É muito raro encontrar uma fêmea orc em uma posição de poder secular, embora elas possam ser (e sejam com frequência) conselheiras ou o "poder detrás do trono". Orcs machos costumam ter um punhado de esposas que tratam como pouco mais que gado. Raramente, uma orc fêmea particularmente grande e forte (especialmente se ela tiver sangue de ogre) pode conseguir um espaço em um exército orc e ser tratada como uma igual (não existe nada que os orcs respeitem mais que força bruta e habilidade de combate). Apesar de serem tão grandes e fortes quanto os machos, devido a sua sociedade brutal e machista, as fêmeas têm mais sorte e sucesso quando solteiras ou viúvas e lidando com conhecimento, furtividade ou magia. Algumas das mais poderosas e temidas xamãs e assassinas de Rubia são orcs.
Escravidão é tida como uma parte natural e necessária da cultura orc. Os prisioneiros de guerra imediatamente são convertidos em escravos, normalmente realizando trabalhos artesanais ou de lavouragem, que os orcs em geral consideram indignos, "serviço de mulher". É comum encontrar escravos goblinóides, já que os orcs e os goblinóides muitas vezes dividem território, bem como anões. Elfos são muito raros como escravos - os orcs consideram sua carne muito saborosa. Orcs em geral tratam seus escravos com muito cuidado embora nenhum respeito. Na sociedade orc, escravos servem como uma medida da força de um guerreiro além de força de trabalho - aquele com mais escravos é em geral considerado o mais forte.
Canibalismo (no sentido de consumir a carne de outras criaturas inteligentes) é muito comum entre os orcs e parte de sua cultura. Eles comem a carne de seus oponentes por acreditarem que  assim consumem sua força - esse é outro motivo para que eles devorem elfos, além do sabor de sua carne, por considerarem que eles são fortes onde os orcs são fracos (ou 'não tão fortes assim'- a palavra orc para 'fraco' é a maior ofensa de sua língua).
Algum grau de mestiçagem é muito comum entre os orcs. Existem orcs com sangue de ogro, os orogs, que são raros e tidos como uma benção para qualquer tribo. Orcs com sangue de goblinóides e humanos (os meio-orcs, que enfrentam preconceito por serem menores e menos fortes) também são relativamente comuns. Não existem casos registrados de mestiços orcs com sangue élfico ou anão.
Personalidade: Orcs estão sempre em busca de uma boa batalha e de formas de mostrar sua força. Pensam de uma forma direta e costumam preferir o caminho mais curto e simples. Mais frequentemente do que não, orcs são impacientes, desconfiados e preconceituosos.
Aparência: Orcs são humanóides altos (em média entre 1,80m e 2,20m) e fortes, de grossa pele cinzenta (às vezes esverdeada ou amarelada) e poderosa massa muscular. Seus cabelos são grossos e muitas vezes usados em tranças, variando entre tons de preto, cinza e verde-escuro. Os olhos dos orcs são comumente amarelos como os dos lobos, algumas raras vezes apresentando tons castanhos. Eles apreciam muito cicatrizes (de batalha ou ritualísticas), tatuagens e piercings corporais, ostentando-os com orgulho.
Relações: Orcs não odeiam nenhuma raça em particular - eles odeiam todo mundo na mesma medida.
Tendência: A sociedade orc, pouco regrada, focada em batalha e no triunfo do mais forte, é caótica e má. Existem exceções, em especial orcs fêmeas leais e más ou neutras e más sendo bastante comuns. Orcs neutros ou bons são consideravelmente raros.
Terras dos Orcs: Os orcs nunca tiveram um grande reino, sempre perdidos em suas guerras tribais internas. Não existe nem nunca existiu uma "nação orc" - cada tribo clama seu próprio território e eles estão espalhados por toda Rubia.
Religião: Orcs seguem o Deus-Demônio, O Caolho, Gruumsh, uma divindade de destruição e o pai da raça. Os clérigos de Gruumsh possuem grande poder na supersticiosa sociedade orc e têm acesso aos domínios Orc, Força, Mal, Caos, Guerra e Destruição.
Linguagem: Orcs possuem seu próprio idioma de rosnados e sons guturais. Aqueles com Inteligência 10 ou mais também falam Comum.
Nomes: Os orcs possuem um primeiro nome, um nome de clã e um título de guerra, obtido junto com sua primeira cicatriz. Os títulos de guerra e nomes de clã são sempre traduzidos para Comum quando em contato com outras raças - como Varag Espada Quebrada, do clã Olhos Vermelhos.
Aventureiros: Orcs são mais frequentemente que qualquer outra coisa bárbaros. Orcs guerreiros e rangers também são relativamente comum. Ladinos e conjuradores divinos são muito mais comuns entre fêmeas que entre machos. Conjuradores arcanos são muito raros entre os orcs. Os poucos orcs que treinam no Caminho Sublime se tornam adeptos marciais temíveis. Poderes psíquicos e incarnum são muito raros entre os desconfiados orcs.

Observação:
Em termos de regras, os orcs e meio-orcs são praticamente inalterados no GD - mas os meio-orcs têm classe favorecida qualquer, armadura natural +1 e um bônus racial de +2 em Intimidar. Os orcs mantém classe favorecida bárbado mas ganham armadura natural +2 e um bônus racial de +2 em Intimidar. Ambas as raças tratam o machado duplo orc como uma arma comum em vez de exótica. 


GDR 5.5- Duelo Arcano

Jallan e Neal se preparam para o Duelo Arcano enquanto Abu permanece com a Ordem Transcendente por motivos ainda desconhecidos. Entre uma batalha e outra, o grupo vai em busca do elemental de fogo perdido por Faldorn - eles descobrem que o elfo empenhou seu elemental para pagar por dardos de sangue, um tipo de droga proibida em Visper, vendida pela guilda de magos fora-da-lei Crânios Flamejantes. Gwen estabelece contato com um intermediário da guilda, oferecendo informação sobre O Homem do Braço Metálico e sua grande recompensa em troca. Após o primeiro contato, Gwen e Winter vão se encontrar com outro membro da guilda para mais negociações e descobrem que os Crânios preferem negociações com aço e magia no lugar de palavras. Jallan e Neal que as seguiam as ajudam a derrotar os magos e seus capangas. Neal então se disfarça como um dos Crânios Flamejantes e vai até a base de operações dos Crânios Flamejantes, conseguindo neutralizar a líder, Jara Selarin, uma maga humana com vários parafusos a menos. Ele consegue obter o cristal com o elemental do fogo após ameaçá-la com os rumores exagerados sobre o Homem do Braço Metálico.
No Duelo Arcano, Neal enfrenta um urso-coruja e um grifo em suas batalhas na arena, enquanto Jallan derrota Felice, uma bruxa hengeyokai que se transformava em pássaro para disparar raios mortais de uma longa distância e Sev'Tal, um morto-vivo necromante membro da Patrulha do Destino. Apesar de precisar recorrer à sua transformação em que se funde com seu companheiro fada na primeira batalha, Jallan consegue superar seus desafios sem grandes problemas. Neal, desacostumado com o combate um contra um sem o elemento surpresa, enfrenta grandes dificuldades mas persevera.
Uma noite, o grupo finalmente consegue contato com o arquimago Phaerun Da'Erte, que se revela pai de Faldorn. O mago revela que o conselho de arquimagos parece querer ignorar os eventos de Porto Verde (apesar de manter a fachada lançando um ataque falso à cidade) na esperança de obter um aliado contra Viken. O arquimago também oferece ajuda, enviando um de seus homens de confiança para fazer a segurança do navio voador até a caverna Balmung. A informação mais bombástica, porém, é de que o capitão da Estrela da Eletricidade e general do exército de Falenia Van teria sido capturado e estaria sendo cotado para execução. Com esta informação o grupo fica em dúvida entre tentar resgatá-lo e continuar no Duelo Arcano - Sanjakillar então aparece sugerindo lutar no lugar de Jallan, mencionando inclusive que o killoren não tinha a menor chance contra Imogen em seu atual nível de habilidade. 
Correndo contra o tempo, Gwen, Winter, Jallan e Neal se dirigem para o navio voador de Faldorn para chegar a Perdana, capital de Visper.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A goof, for great justice

[13:18] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:18] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:19] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:19] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:19] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:19] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:20] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:20] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
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[13:22] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
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[13:24] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:25] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:25] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:25] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:25] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:26] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:27] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
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[13:29] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:29] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:31] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:35] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:35] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:37] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:38] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola

sábado, 9 de maio de 2009

GDR 4.5 - A Filosofia das Sombras

Duas semanas depois da Batalha de Ponto Verde, Arikel, Lengar, Dominic e Klarf continuam se esgueirando pelas florestas de Falenia, se escondendo de patrulhas do exército. Anter de irem dormir, Arikel percebe pela primeita vez que Dominic não está usando o uniforme ou armadura da Estrela da Eletricidade (ou Divisão Relâmpago, como ficou mais trendy) e sim uma armadura de couro negro completa com gargantilha gay. Apesar de achar o fato curioso, Arikel não faz comentários. Mais tarde, enquanto Dominic faz seu turno de guarda e Lengar vai se aliviar em um rio próximo, quatro criaturas atacam o acampamento (ou melhor, o cantinho com uma fogueira e uma caixa de comida) do grupo.  De feições claramente élficas, esguios e de movimentos graciosos, as criaturas possuem enormes garras, cicatrizes pelo corpo, olhos brilhando com uma sinistra luminescência verde e uma postura curvada, primitiva. Uma vez em combate, o grupo tem grandes dificuldades em acertar as criaturas - protegidas por poderes psiônicos similares ao Duque Svarok e esquivando-se com instintos de feras selvagens, esses anti-elfos forçam Arikel a se render quando nocauteiam Dominic e Klarf enquanto Lengar se esconde - especialmente quando a figura pálida e de cabelos de um vermelho doentio do General Zan aparece. Surgindo de lugar algum no meio da batalha, o homem tinha garras ainda maiores que as dos anti-elfos e emanava uma aura de estranheza, um sentimento de antinaturalidade - uma forte sensação de erro. 
Presos em uma carroça junto com todo seu equipamento, Arikel, Klarf e Dominic são amarrados, impedindo que Arikel use suas habilidades do Caminho Sublime e que Klarf use sua magia. Com apenas um anti-elfo guardando a jaula, eles são libertados pelo misterioso Lerin, um rapaz com barba por fazer e trajes gastos de samurai, que em um ataque conjunto (mas não combinado) com Lengar derruba o monstro antes que ele possa gritar. Fugindo sem chamar atenção, o bando sem refugia em uma caverna próxima para repousar e se preparar para continuar viagem. Lerin se apresenta e diz ter sido contratado por alguém próximo a um deles para resgatá-los e ajudá-los a chegar em Weissenacht. Seguindo pelo meio da floresta para dificultar a perseguição que certamente se seguiriam, o grupo se perde após seguir a liderança de Lengar e durante a noite e visitado por uma ninfa. A fada, um epítomo de beleza, lhes oferece comida e um lugar mais confortável para descansar, mas Lengar se recusa a confiar nela. Desconfiado, Arikel tenta usar sua habilidade de detectar maldade, mas é ofuscado pelo mal que emana da armadura de Dominic - perto de uma fonte de maldade tão grande, Arikel não consegue localizar outras. Klarf investiga as auras mágicas do equipamento de Dominic, temendo que pudesse ser alguma forma de espionagem, mas ao encontrar apenas uma aura de transmutação, acredita que não seja o caso.
A ninfa comenta da amizade das fadas em geral com a família Aesir e Arikel requisita uma audiência com um representante das fadas. Após um curto ritual no ponto mais escuro da floresta, a ninfa entra em contato com a Rainha dos Corvos, soberana das cortes feéricas e logo ela envia um grupo de shadar-kai (as fadas das sombras) liderado pelo guerreiro veterano Garai para buscar o grupo. Os shadar-kai avisam que caso Dominic entre no Plano das Sombras vestindo a armadura e gargantilha vai ser absorvido pela própria essência da dimensão e deixar de existir. Assim, Arikel decide levar somente Lerin com ele para o Castelo dos Corvos, morada da soberana das fadas. Klarf o avisa que 20 horas no semiplano das fadas equivalem a apenas uma hora em Rubia.
As peculiaridades do Castelo dos Corvos, no limite entre o Plano das Sombras, o Plano Material e o Plano Etéreo, confundem a mente e os olhos de Arikel e Lerin. Levados à presença da Rainha dos Corvos, eles conhecem seu poder, arrogância e presunção - a Rainha mais parece uma criança mimada, mas é uma criança mimada aparentemente onipotente. Lerin faz um comentário irônico sobre o comportamento da Rainha e ela o transforma em um porco e ordena que ele "chafurde na lama e goste disso". Garai menciona que nesse caso não se trata de uma punição e ela decide que Lerin deve odiar chafurdar na lama e é exatamente o que acontece - em seus domínios, tudo se curva à vontade da Rainha dos Corvos. Arikel ganha a simpatia da Rainha ao sugerir que transforme Lerin de volta em humano, mas mantendo a lembrança de como era feliz como um porco chafurdando na lama. Após relatar os acontecimentos da Batalha de Ponto Verde e pedir ajuda, Arikel encontra como obstáculo a arrogância da Rainha, que se considera invencível em seu semiplano (e talvez até seja). Cansada da discussão, ela diz que vai tratar de tudo no dia seguinte, depois de outro banquete, outra festa e um torneio de cavaleiros. Arikel pergunta a Garai se a Rainha vai se lembrar da presença deles no dia seguinte, e Garai responde sinceramente que ela muito provavelmente não lembrará.

NPCs importantes:
Zan- Um homem pálido, calmo e confiante que apareceu no comando dos anti-elfos que encurralaram Arikel e companhia. Estranhamente, apesar do esforço que fez para capturá-los, designou um contingente precário para a vigilância das celas.
A Rainha dos Corvos - Uma entidade misteriosa, poderosa e caprichosa que reina sobre todas as fadas e parece ser onipotente em seu domínio. Extremamente perigosa, a Rainha dos Corvos é quase como uma criança com poder ilimitado.
Garai- Um shadar-kai que atua como assessor da Rainha dos Corvos - muitas vezes a voz da razão que guia a Rainha. Aparentemente um homem que leva muito a sério seu dever de proteger seu povo.

Nota:
Estava pensando e apesar de ser estranho espião ter uniforme, militar precisa ter, então certamente a Estrela da Eletricidade tem um uniforme cerimonial ou coisa assim, mas que não costuma ser usado em missões.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

The Kobold Victory Table

(Retirado Draconomicon: Chromatic Wyrms - muito provavelmente será adaptado para goblins no GD)
When a kobold reduces a character to 0 or fewer hit  points, roll d20 and refer to the following table if you  want to inject some random craziness into your game.
1–10   No effect. Chitters, giggles, or does a little victory dance. 
11   Kill things, take their stuff! Spends minor action to pick item off the fallen adventurer then runs off to hide its treasure. 
12   Ask not what you can do for the tribe! Spends 1 round delivering a victory speech. All kobolds within 5 squares heal 5 hit points. 
13   I attribute my success solely to luck! Immediately hides in its victim’s backpack or under his unconscious/dead form. 
14  Whoa! That’s never happened before! Stunned until the end of its next turn. 
15   Come get some! Spends 1 round taunting the nearest PC. 
16   Victory! Lets out an inspiring whoop granting kobolds within 5 squares +1 on attacks for the rest of the fight. 
17  You’re next! Gains 1 action point. 
18   This will only anger them! Flees but returns to fight in 1d4 rounds. 
19   I’m only getting started! Heals back up to its bloodied hit points, or up to full if not yet 
bloodied.  [NOTA: bloodied significa metade da HP total]
20   Fear me! Gains +2 on attack rolls and damage and +1 on defenses until the end of the encounter.

terça-feira, 5 de maio de 2009

I demand Jim's Big Ego


Demand Jim's Big Ego in Rio de Janeiro!
Jim's Big Ego in Rio de Janeiro - Learn more about this Eventful Demand

View all Rio de Janeiro events on Eventful

segunda-feira, 4 de maio de 2009

GDR 5- Descanso de Quarion

Em Villa Da'Erte, uma maga elfa e um anão clérigo de Moradin atendem ao chamado de Tamrym Da'Erte e após reverterem o estado de Neal como estátua, atestam com sua magia que Neal e companhia falam a verdade sobre os acontecimentos em Ivalice. Ainda assim, Tamrym não acredita neles totalmente, mantendo apenas a mínima deferência que ela deve prestar a outra família nobre por causa de Gwen. A governante elfa lembra que toda a honra da família Baenre estará em jogo caso a história deles se prove falsa.
Atrushan recomenda ao grupo que procure seu tio, Faldorn Da'Erte, na cidade grande mais próxima, Descanso de Quarion, que já estava no caminho deles de qualquer forma. Abu mais uma vez chama Atrushan para acompanhá-los, mas mais uma vez o meio-elfo declina, embora claramente esteja interessado, por conta de seus deveres para com sua irmã. Atrushan ainda os 
lembra que o evento anual da guilda de magos, o Duelo Arcano, será realizado em Descanso de Quarion muito em breve e que com a guerra com Viken se iniciando ele tem muita importância política - é a melhor forma das guildas provarem ao governo élfico seu valor e garantirem contratos. Pharaun Melarn, um dos maiores arquimagos elfos e voto vencido no conselho que decidiu pela guerra, também estará presente.
Guiados por uma carruagem emprestada pela família Da'Erte, o grupo se aproxima de Descanso de Quarion rapidamente. Quase na entrada da cidade, Gwen avista uma criatura familiar carregando consigo uma tigela de tofu - um humanóide esguio, pele verde, trajando um manto e com impressionante boa aparência e carisma natural acompanhado de um curioso animal branco, parecido com um pequeno cachorro com asas que voa silenciosamente. Saltando da carruagem, ela confronta o estranho sobre sua presença, mas ele calmamente se afasta dando muito pouca atenção a toda a irritação da elfa. Quando questionada sobre quem ele era, Gwen resiste muito mas eventualmente conta se tratar de um antigo caso dela (que ela enfatiza ter sido por só uma noite), caso este que foi o pontapé inicial para que abandonasse a vida de nobre e se tornasse
 uma aventureira. Abu, desejando comer tofu após tanto tempo distante de Kurairiku, segue junto com o estranho que se apresenta como Jallan (se lê yalan, viu?), um killoren - tipo de fada com uma forte ligação com a natureza, raramente encontradas em Rubia por terem seu habitat natural em outro lugar (sim, isso vai aparecer depois). A dupla segue até a residência temporária do killoren- a sede da guilda de magos Ordem Transcendente. 
Uma vez na cidade, Neal, Gwen e Winter decidem se alojar em uma estalagem, mas Neal descobre da pior forma que seu nome já está ligado à imagem do Homem de Braço Metálico e é capturado por Imogen Hunter, uma dos Vingadores Escarlates, que nocauteia a ele e a Gwen, dando a Winter a chance de se render em combate. 
Winter encontra Abu e Jallan para tentar salvar Neal, encontrando-os finalmente apreciando o tofu. Ou melhor, Jallan o aprecia enquanto Abu admite nunca ter gostado de tofu mesmo em sua infância em Kurairiku, tendo comido apenas por saudades.
Invadindo a base dos Vingadores Escarlates com velocidade sobrenatural, Jallan convence Imogen a colocar o destino de Neal em jogo no Duelo Arcano. Ferida em seu orgulho, a caçadora de recompensas aceita. O grupo revela seus objetivos a Jallan e ele, que precisava ir a Balmung por um pedido de Silvarr de qualquer forma, decide acompanhá-los, para infelicidade de Gwen. Winter começa a flertar com Jallan enquanto Abu procura por uma cimitarra mágica e por Faldorn Da'Erte, Neal sofre uma longa e dolorosa operação para aumentar a capacidade de seu braço metálico e disfarçá-lo. Os dias se passam e os flertes de Winter com Jallan se transformam em noites (e dias) de sexo selvagem e de ponderações sobre o que diabos surge quando um
 killoren cruza com um hengeyokai (aliás, só como curiosidade, uma raposa atinge maturidade sexual em apenas dez meses...), Abu consegue sua cimitarra e o braço de Neal adquire a capacidade de gerar poderosas cargas elétricas e uma cobertura de escamas de dragão azul.
Após longas buscas, finalmente o grupo encontra Faldorn Da'Erte, que após algumas bebidas e bastante conversa, decide emprestar seu navio voador e até acompanhar o grupo para guiá-lo caso Neal participe do Duelo Arcano como representante da família Da'Erte e o grupo consiga encontrar um elemental para aprisionar no interior do navio (é só assim que eles voam). Faldorn
 comenta que não gosta muito de seus sobrinhos, por achar Atrushan muito submisso a sua irmã, que por sua vez ele considera uma garota chata e mimada.
Enquanto a data do Duelo Arcano se aproxima, o grupo entra em contato de diversas formas com vários participantes do mesmo - Sev'Tal, alguma espécie de morto-vivo participando pela Patrulha do Destino; Felice, uma hengeyokai pássaro da Sociedade da Sensação e por fim Sanjikillar, dos Contempladores de Astros.
Sanjikillar revela que nos escritos de Ariosto, o Louco, seguidos por sua guilda é dito que um grupo de demônios do deserto influenciaria uma batalha que pode trazer a extinção de toda Rubia e que ele gostaria de ajudá-los a trilhar o caminho certo. Abu inclusive se torna um membro dos Contempladores, após comprar seu primeiro manual, uma versão traduzida para Comum dos escritos de Ariosto. Claro, para progredir mais ele ainda precisa olhar muitas
 estrelas e comprar muitos manuais.
Mais uma noite cai em Descanso de Quarion e o Duelo Arcano começa no dia seguinte.

Os killoren são assim:

E os navios voadores são assim:

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Year of Rogue Dragons

Ultimamente, quase tudo que eu leio me decepciona. Ultimate Spider-man piorou ao ponto que eu parei de comprar, já praticamente desisti da DC (é, no ano dos Lanternas Verdes, pra vocês verem como a coisa tá preta - trocadilho proposital), não quero nem falar dos mangás porque eu corro sério risco de chorar.
Nem tudo são trevas, relly - Kick-Ass me surpreendeu, minhas webcomics nunca me abandonam, One Piece fica cada vez mais foda (mas os dois últimos capítulos de Fairy Tail foram meio meh - taí, pronto, falei, agora logo mais eu vou chorar, fodeu)...
...e tem Year of Rogue Dragons.
Não, não é uma história em quadrinhos e sim um livro (uma trilogia, actually)... infelizmente. Não que seja mal escrito, não que a narrativa não seja instigante, não que os personagens não sejam bem desenvolvidos e carismáticos, não que a história não seja bem amarrada - anos-luz longe disso, a série é MUITO maravilhosamente foda. O que falta é o visual. Embora eu tenha minhas próprias imagens mentais de Dorn, Taegan e cia (aliás, tenho que mencionar - pra mim o Taegan parece o Domenik de Merc$ e as escamas da Kara são roxas, não importa o que o livro me diga não consigo imaginar diferente), tem algumas cenas tão supercalifragilisticamente ultrafodásticas que eu PRECISO ver aquilo em tinta, o vermelho do sangue, o brilho do metal, o ódio nos olhos dos dragões e a fodacidade do Dorn.
Dorn Graybrook, protagonista da série, é sem dúvida alguma o Chuck Norris de Faerun. Ele encara na unha (literalmente) um dragão negro praticamente por conta própria logo no começo do livro. Dorn tem todo um estilo de luta exótico, tem cu de encarar dragões usando armadura de couro (tá, metade do corpo dele é de metal, foda-se, mas enfim) e não leva desaforo pra casa.
Tá, vou parar de fanboyzice e falar da série de verdade. Primeiro, uma sinopse simples, rápida e rasteira spoiler free: os dragões de Faerun de tempos em tempos passam por uma Rage, em que todos enlouquecem gradualmente e esse tempo está chegando... mas essa nova Rage será diferente e aparentemente pra sempre. A base da história é essa. Mais adiante eu vou fazer uma longa rant com spoilers sobre o vilão, me aguardem.
Em termos de estilo, esses livros não têm nenhuma grande novidade. Rick Byers segue meio que uma fórmula consagrada de R.A. Salvatore nesse sentido, o que dá uma certa uniformidade a todos os romances de Forgotten Relams. Literatura de fantasia em geral sofre muito preconceito então sinceramente não vejo nenhum motivo pra condenar um escritor por seguir uma fórmula de tamanho sucesso. Um twist bem interessante que é mais uma questão de narrativa que de estilo é que os personagens principais possuem históricos interessantes mas bem simples, que podem ser resumidos em uma frase - como os bons e memoráveis personagens da sua mesa de D&D da noite de sábado (eu sei que é isso que você faz das suas noites de sábado, não pense que você me engana). R.A. Salvatore tem toda aquela paixão por longos históricos maravilhosamente intricados e complexos que você simplesmente vai esquecer quando a coisa voltar pro plot principal. Rick manter tudo simples e irado.
Ah, se tem uma coisa que os protagonistas têm é carisma. A dinâmica do grupo é deliciosa. Dá pena nos momentos que eles se separam. Todos, sem exceção, têm seus momentos de brilhar. E que momentos, cara. O livro tem sua dose de frases de impacto e elas te fazem perder o fôlego por si só. Quando alguém armado apenas com uma espada mundana para na frente de um dracolich e diz "So be it" antes de partir pra porrada, não tem como não se levantar da poltrona ou abafar um grito de "AWESOME!". Well, não tenho como pra mim, pelo menos.
A história avança num ritmo mais acelerado que o seu romance de fantasia padrão, o que sinceramente é muito bem-vindo. Chega de descrever cafés da manhã. O ritmo é muito acertadinho, porém - a coisa não parece corrida, tudo flui muito naturalmente.
Ah, não aguento mais. Preciso falar do Sammaster logo. Mas antes disso, 6 de 6 no MSQ.

SPOILER ADIANTE VOCÊ FOI AVISADO ENTÃO NÃO RECLAME CACETE
Sammaster. Pra quem não sabe, a história começa assim. Existia esse garoto, Sammaster, mago talentoso e prodigioso, com uma franjinha caindo por cima do olho (se duvidar ele tinha uma cicatriz gay que curiosamente era igual a um relâmpago, até). Sammy vivia feliz e contente com seus amiguinhos rsrsrs (ok não sei se ele tinha amiguinhos, mas aposto que tinha) discutindo quem tinha a maior varinha, onde guardavam os cajados e coisa e tal. Um belo dia, Mystra, a Deusa da Magia olhou pra Sammy e disse "Você será um dos meus Escolhidos". Os Escolhidos de Mystra são magos 00ber que recebem poderes dessa deusa pra serem mais 00ber e fazerem mil coisas sinceramente bem desnecessárias (geralmente atrapalhar as aventuras que um Mestre dedicado cuidadosamente elabora quando um bando de jogadores preguiçosos chegam pra eles chorando e pedindo ajuda - os game designers genialmente deram até endereço fixo pra vários deles). Sammy, recebendo esse dom (que, vamos lembrar, várias outras pessoas possuem) pensa com seus botões enquanto espreme uma espinha na frente do espelho "Puxa, essa tal de Mystra deve estar querendo dar pra mim". Etão ele fica todo lactoso falando "Mystra, Mystra, dá pra mim, dá pra mim, por favor, Mytra, puxa só uma vezinha Mystra, ai, Mystra dá pra mim" e Mystra nada. Chateadinho e butthurt, Sammy erra uma magia e mata um povo. Ele se revolta, decide que a culpa é dos outros e vai se vingar... e é reduzido a um amontado de cocô em com franjinha, porque ele é só uma bicha emo e Mystra é a deusa onipotente da maldita força que Sammaster quer usar contra ela. Enfim, um dos amiguinhos rsrsrs de Sammy (não falei que ele tinha?) o revive e Sammy fica todo revoltado pq Mystra tirou dele seus superpoderes de Escolhido. [NOTA IMPORTANTE: Reparem que até aqui eu não mencionei nenhum dragão] Procurando uma forma de se vingar, ele encontra uma nota de rodapé num livro de profecias de um cara aí (eu acho que Sammy deve ter comprado a bagaça de um mendigo por uma peça de cobre ou coisa assim) dizendo que um dia o mundo vai ser dominado por dragões mortos-vivos. Sammy decide que isso é irado, mas tem um probleminha: não existiam dragões mortos-vivos. Claro, isso pro Sammy não queria dizer que a profecia estava errada, só queria dizer que ele precisava INVENTAR os dragões mortos-vivos. Quero reforçar meu ponto de que Sammy não tinha nenhum amor em especial pelos dragões, erasó uma coisa de "ah, eu não tenho nada melhor para fazer mesmo". Ele pesquisou, convenceu um monte de magos (acho que esse pessoal faz qualquer coisa pra arrumar amigos, sei lá... deviam estar tão solitários que um cara falando "Hey! Vamos ajudar uns bichos maiores e mais fortes que a gente a dominar o mundo, pra eles nos devorarem depois?" parecia uma excelente idéia) a ajudarem-no e após muitas tentativas fracassadas, conseguiu inventar os dracoliches. No processo ele expandiu a nota de rodapé pra um livro inteiro (O Tomo do Dragão), fez robes púrpuras (eles são conhecidos como os Trajados de Púrpura. Isso é gay ou não é?) pro seu grupinho e umas garras fashion que eles prendem ao pulso por braceletes (eu não tô inventando isso, juro). Tá, aí o plano perfeito de Sammyboy esbarrou em um probleminha - dragões já vivem milhares de anos SEM precisarem apodrecer e com isso perder os prazeres da carne. Dragões NÃO QUEREM ser mortos-vivos porque, saca só, eles NÃO PRECISAM. Aí Sammy virou um lich (mas manteve a franjinha) e passou séculos se fodendo, batendo a cabeça na parede e tentando convencer os dragões um por um a virarem liches, geralmente fazendo favores e coisas assim. Claro que as forças que lutam pelo status quo em Faerun (nem só as forças do bem, todo mundo mesmo - Harpistas, Magos Vermelhos, os Escolhidos de Mystra, you name it) não queriam essa bagaça e sempre arruinavam os planos de Sammaster, que ficava a cada dia mais butthurt. Um belo dia enquanto se cortava, fazia as unhas e ouvia Fresno no rádio, Sammy descobriu um jeito de fazer os dragões entrarem numa fúria incontrolável, reduzindo-os a bestas sem mente, num processo longo e penoso que somente uma magia que ELE conhecia podia amenizar e que só podia ser completamente evitado com a transformação em dracolich.
Alguém reparou que esse filho de duas putas está ameaçando a merda do mundo inteiro só porque ele não conseguiu comer uma mulher?! Não tem como não odiar um vilão desses. Bem trabalhado pra cacete.