Someone finds salvation in everyone, another only pain
someone tries to hide himself, down inside himself he prays
someone swears its true love until the end of time, another runs away
separate or united, healthy or insane
Eu não queria que meu blog fosse super famoso. Não acho que mereça. Não queria - não quero - um sucesso de público e crítica, não quero ser uma pseudo-celebridade virtual.
Só quero mais que dois comments por post. I mean, é pedir demais? ^^
In brightest day, in blackest night,
No evil shall escape my sight
Let those who worship evil's might,
Beware my power...Green Lantern's light!
sábado, 28 de julho de 2007
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Sic Transit Gloria
The tickle, the taste of...
It used to be the reason I breathed
but now it's choking me up.
Die young and save yourself.
Hoje fui tentar resolver o lance da TIM. Fui ao shopping sozinho e no caminho pensei como, quando eu era mais novo, ficava olhando para as pessoas sozinhas nos McDonald's e pensando como achava triste. Nessa mesma época eu fui ao cinema sozinho pela primeira e última vez; foi um dos dias mais tristes da minha vida e só reafirmou minha teoria de que ir ao shopping sozinho era triste e patético. Mas eu era jovem e (mais) idiota.
Não resolvi nada na TIM, me enrolaram de novo. Fiquei na Siciliano lendo Artemis Fowl - A vingança de Opala (Acho que era isso. Posso estar redondamente enganado, porém). Cheguei na metade. Foi o livro que eu menos gostei até agora. Os personagens secundários não são tratados com o detalhismo de antes, perdendo todo o seu charme e os personagens principais estão tão previsíveis que perdem o carisma. A narrativa é meio arrastada e parece ter piorado desde o último livro que eu li. Até onde eu li, Artemis não havia recuperado suas memórias; meu único motivo para terminar o livro é descobrir como ele o faz. Lembro que eu fiquei hipnotizado quando li o primeiro Artemis Fowl. Mas eu era jovem e (mais) idiota.
No caminho de volta, decidi caminhar, mais na esperança de me perder que por qualquer outra coisa. Não me perdi e descobri que o Norte Shopping é bem mais perto da minha casa que eu me lembrava. Enquanto andava, percebi que já fazia uma quantidade absurda de tempo desde que eu tinha falado com alguém; hell, eu nem mesmo tinha aberto a boca nas últimas duas ou três horas. E eu não estava me sentindo necessariamente mal, o que me fez lembrar dos períodos em que eu ficava muito triste e daí me desligava do mundo só para ver se alguém percebia. Invariavelmente ninguém percebia, eu ficava ainda mais triste e tentava fazer alguma estupidez para chamar atenção. Mas eu era jovem e (mais) idiota.
Sempre gostei de coisas planejadas, de controlar cada aspecto de tudo, ter planos de contingência. Mania de mestre de RPG, provavelmente. Hoje eu percebi que não tenho controle de nada, que mesmo os melhores planos de contingência têm brechas e que no final das contas não adiantam nada. Na vida pelos motivos óbvios e na mesa de jogo porque os jogadores NUNCA acreditam que você tinha tudo planejado antes. Hoje eu tive muitas idéias para Grand Dream e ia colocar tudo no papel, tentar fazer alguma coisa que me deixasse bem... mas eu estou velho e a cada dia mais idiota.
E como eu queria ter morrido mais jovem e menos idiota.
It used to be the reason I breathed
but now it's choking me up.
Die young and save yourself.
Hoje fui tentar resolver o lance da TIM. Fui ao shopping sozinho e no caminho pensei como, quando eu era mais novo, ficava olhando para as pessoas sozinhas nos McDonald's e pensando como achava triste. Nessa mesma época eu fui ao cinema sozinho pela primeira e última vez; foi um dos dias mais tristes da minha vida e só reafirmou minha teoria de que ir ao shopping sozinho era triste e patético. Mas eu era jovem e (mais) idiota.
Não resolvi nada na TIM, me enrolaram de novo. Fiquei na Siciliano lendo Artemis Fowl - A vingança de Opala (Acho que era isso. Posso estar redondamente enganado, porém). Cheguei na metade. Foi o livro que eu menos gostei até agora. Os personagens secundários não são tratados com o detalhismo de antes, perdendo todo o seu charme e os personagens principais estão tão previsíveis que perdem o carisma. A narrativa é meio arrastada e parece ter piorado desde o último livro que eu li. Até onde eu li, Artemis não havia recuperado suas memórias; meu único motivo para terminar o livro é descobrir como ele o faz. Lembro que eu fiquei hipnotizado quando li o primeiro Artemis Fowl. Mas eu era jovem e (mais) idiota.
No caminho de volta, decidi caminhar, mais na esperança de me perder que por qualquer outra coisa. Não me perdi e descobri que o Norte Shopping é bem mais perto da minha casa que eu me lembrava. Enquanto andava, percebi que já fazia uma quantidade absurda de tempo desde que eu tinha falado com alguém; hell, eu nem mesmo tinha aberto a boca nas últimas duas ou três horas. E eu não estava me sentindo necessariamente mal, o que me fez lembrar dos períodos em que eu ficava muito triste e daí me desligava do mundo só para ver se alguém percebia. Invariavelmente ninguém percebia, eu ficava ainda mais triste e tentava fazer alguma estupidez para chamar atenção. Mas eu era jovem e (mais) idiota.
Sempre gostei de coisas planejadas, de controlar cada aspecto de tudo, ter planos de contingência. Mania de mestre de RPG, provavelmente. Hoje eu percebi que não tenho controle de nada, que mesmo os melhores planos de contingência têm brechas e que no final das contas não adiantam nada. Na vida pelos motivos óbvios e na mesa de jogo porque os jogadores NUNCA acreditam que você tinha tudo planejado antes. Hoje eu tive muitas idéias para Grand Dream e ia colocar tudo no papel, tentar fazer alguma coisa que me deixasse bem... mas eu estou velho e a cada dia mais idiota.
E como eu queria ter morrido mais jovem e menos idiota.
terça-feira, 17 de julho de 2007
Avengers, ASSEMBLE!
Sabe, tem horas que a gente se arrepende de várias coisas que fez. Tem horas que a gente percebe que fez tudo certo. Tem horas que tudo é mistureba só. E tem horas que você simplesmente queria que uma boa parcela dos últimos anos tivesse acontecido muito, muito diferente. Mas não adianta nada querer quando você não pode fazer nada. Daí, o que você faz...?
Nada mais óbvio, você copia o Lam (amigo do Tarik) e faz seu casting para um filme dos Vingadores. Não, nada dessa babaquice de Vingadores clássicos que você vai ver logo logo nos cinemas -- um filme dos New Avengers mesmo! Quem se importa se é obscuro, nem um pouco mainstream e se só quem é nerd true mesmo conhece?! O casting é meu e eu faço o que quiser com ele!
New Avengers
Roteiro: Kevin Smith. Duh.
Direção: Não sei. Sério. Oh, eu? Eu não poderia... pensando bem, poderia sim.
Elenco:
Doutor Estranho
Arrumem uma peruca, bigode ele já usou em vários filmes. Stephen Strange requer um ator poderoso, irado, boladão, salve-salve... erm. Ben Kingsley é experiente, tem a idade certa e um olhar de que poderia te mandar pra outra dimensão sem o Olho de Agamotto. E ele é bastante Estranho...
Wolverine
Face it: Hugh Jackman É o Wolverine. Fiz algumas pesquisas e descobri que ele é canadense, já foi casado com uma nativo-americana e uma japonesa, tem um fator de cura mutante e idade aproximada de 200 anos. E o cara já fez musical da Broadway... mas I mean, quem vai chamar de bicha um cara que É o Wolverine, pelamordeJoey? Não eu, garanto.
Homem-Aranha
Claro, óbvio, EVIDENTE que a imagem é menor que a do Jackman. Não me levem a mal, eu adoro o Spidey, mas ele também É o Tobey Maguire. Olhem a cara tortar desse infeliz, esse sorriso de "eu tomo Nescau todo dia de manhã" e o cabelo, omfg, o que esse cara faz com o cabelo?
A grande questão: o canalha é talentoso e tem experiência como Pete. Então, pra que complicar? Maguire it is.
Ronin
Tá, e daí que Clint Barton é loiro, uh? O codinome do cara é Ronin e ele era um arqueiro, for crying out loud. A última coisa de que podem reclamar é da cor dos cabelos do Viggo garotão (sendo que ele JÁ tingiu de loiro para outros filmes). Viggo Mortensen tem a energia, carisma, vigor e charme que Clint Barton merecem. E ele finalmente vai virar um ranger de verdade e usar uma espada em cada mão, weeeee.
Echo
Tá, essa eu vou precisar explicar bastante. Pra começo de conversa, apesar de obscura, Echo é uma personagem foda. Ela é uma latina surda que cresceu na Cozinha do Inferno (bairro do Demolidor) e que tem o poder mutante de reflexos fotográficos; ela podia copiar os movimentos de tudo o que vê. Basicamente, se ela vê Bruce Lee, ela pode lutar como Bruce Lee. Agora lembre-se que ela estará em cena junto com Punho de Ferro (um dos maiores artistas marciais do mundo), Luke Cage (the scariest mottafucka nigga you ever saw), Clint Barton (que venceu um Celestial com FLECHAS) e Wolverine. Imagina o que a menina poderia fazer, meu povo minha pova. Foda, pra resumir em uma palavra. Por mais que me corte o coração pintar uma mão branca no rosto de Milla Jovovich, escalar Salma Hayek para o papel seria pedir demais. E, geez, por acaso a imagem dela nos quadrinhos parece latina? Claro que não. E quem reclamar de ver Milla Jovovich em um papel que vai fazer com que rasgue as próprias roupas e faça poses interessantes e reveladoras devia se internar.
Luke Cage
Tyrese Gibson MY ASS! Ntare Mwine (M'ed, de Diamante de Sangue) é a cara de Luke Cage. Sinceramente não me lembro dele muito bem no filme, mas ele não pode ser pior que o Tyrese Gibson. NINGUÉM é pior que o Tyrese Gibson.
Eu adoro o Luke Cage. Sem motivo, eu sei, mas adoro. Muito. Loucamente. De um jeito meio gay até. Ui.
Punho de Ferro
Outro personagem que requer apresentações, Punho de Ferro é fruto de duas coisas: a febre de Kung-fu dos anos 70 nos EUA e a Marvel ter os direitos da série Kung-fu. Eles lançaram zilhões de personagens artistas marciais na época, incluindo Punho de Ferro. Basicamente, ele pode curar e dar uns socos fenomenais. Matthew Marsden tem uma certa semelhança física com Danny Rand e tem uma certa experiência com artes marciais de (argh) DOA: Dead or Alive. Provavelmente Danny merecia um ator melhor, mas sinceramente, nem Kevin Smith ia achar muito espaço para ele dentro do filme. Só o que Punho de Ferro faz é lutar kung-fu, cacilda. Tudo o que ele faz outra pessoa na equipe faz melhor. Não me entendam mal, eu adoro Danny Rand. Ele tem um character design excelente, algumas quotes memoráveis e teve peito de se vestir de Demolidor durante Civil War. E, cacete, qualquer um que sobrevive durante anos tendo o Cage como parceiro merece respeito.
Mulher-Aranha
Carrie Anne-Moss é praticamente uma musa nerd depois de Matrix, convenhamos. E uma personagem apagada como a Mulher-Aranha precisa de uma atriz forte para que tenha um bom papel. Se bem que, com os poderes que ela tem, Kevin Smith provavelmente ia basear o roteiro todo nela. E na Echo. E o filme se chamaria Mulher-Aranha & Echo. E seria pornô.
Jessica Jones
Jessica é provavelmente uma das minhas personagens favoritas de todos os tempos. Super-heroína prematuramente aposentada por traumas emocionais, Jess tem problemas de gente normal e alegrias de gente normal. Ela é o interesse romântico de Luke Cage (o quão romântico Cage pode ser) e precisa de uma atriz que saiba fazer pequenos papéis e ainda assim se destacar. Alyson Hannigan me parece perfeita, principalmente se levarmos em consideração a adolescência problemática de Jess.
Os Antagonistas:
Um bom filme de heróis precisa de vilões. Um bom filme com uma equipe de heróis obviamente precisa de uma equipe de vilões. Mas, sinceramente, eu só consigo pensar no...
Homem-Púrpura
Ninguém, nem mesmo Brian Michael Bendis (o autor de Alias; a excelente série em quadrinhos da Marvel, não o seriado nojento que só vale pela Jennifer Goobles), me convencerá de que o Homem-Púrpura (pelo menos como aparece em Alias) não foi feito espelhado em Robert Downey Jr. I mean, eles são, hmm, ya' know, iguais! Eu realmente devia estar me esforçando mais para deixar essas explicações mais explicativas. Aliás, algum de vocês aí SABE quem é o Homem-Púrpura?
Ufa, isso deu um trabalho desgraçado. E provavelmente ficou ruim. ^^
Nada mais óbvio, você copia o Lam (amigo do Tarik) e faz seu casting para um filme dos Vingadores. Não, nada dessa babaquice de Vingadores clássicos que você vai ver logo logo nos cinemas -- um filme dos New Avengers mesmo! Quem se importa se é obscuro, nem um pouco mainstream e se só quem é nerd true mesmo conhece?! O casting é meu e eu faço o que quiser com ele!
New Avengers
Roteiro: Kevin Smith. Duh.Direção: Não sei. Sério. Oh, eu? Eu não poderia... pensando bem, poderia sim.
Elenco:
Arrumem uma peruca, bigode ele já usou em vários filmes. Stephen Strange requer um ator poderoso, irado, boladão, salve-salve... erm. Ben Kingsley é experiente, tem a idade certa e um olhar de que poderia te mandar pra outra dimensão sem o Olho de Agamotto. E ele é bastante Estranho...
Face it: Hugh Jackman É o Wolverine. Fiz algumas pesquisas e descobri que ele é canadense, já foi casado com uma nativo-americana e uma japonesa, tem um fator de cura mutante e idade aproximada de 200 anos. E o cara já fez musical da Broadway... mas I mean, quem vai chamar de bicha um cara que É o Wolverine, pelamordeJoey? Não eu, garanto.
Claro, óbvio, EVIDENTE que a imagem é menor que a do Jackman. Não me levem a mal, eu adoro o Spidey, mas ele também É o Tobey Maguire. Olhem a cara tortar desse infeliz, esse sorriso de "eu tomo Nescau todo dia de manhã" e o cabelo, omfg, o que esse cara faz com o cabelo?
A grande questão: o canalha é talentoso e tem experiência como Pete. Então, pra que complicar? Maguire it is.
Tá, e daí que Clint Barton é loiro, uh? O codinome do cara é Ronin e ele era um arqueiro, for crying out loud. A última coisa de que podem reclamar é da cor dos cabelos do Viggo garotão (sendo que ele JÁ tingiu de loiro para outros filmes). Viggo Mortensen tem a energia, carisma, vigor e charme que Clint Barton merecem. E ele finalmente vai virar um ranger de verdade e usar uma espada em cada mão, weeeee.
Tá, essa eu vou precisar explicar bastante. Pra começo de conversa, apesar de obscura, Echo é uma personagem foda. Ela é uma latina surda que cresceu na Cozinha do Inferno (bairro do Demolidor) e que tem o poder mutante de reflexos fotográficos; ela podia copiar os movimentos de tudo o que vê. Basicamente, se ela vê Bruce Lee, ela pode lutar como Bruce Lee. Agora lembre-se que ela estará em cena junto com Punho de Ferro (um dos maiores artistas marciais do mundo), Luke Cage (the scariest mottafucka nigga you ever saw), Clint Barton (que venceu um Celestial com FLECHAS) e Wolverine. Imagina o que a menina poderia fazer, meu povo minha pova. Foda, pra resumir em uma palavra. Por mais que me corte o coração pintar uma mão branca no rosto de Milla Jovovich, escalar Salma Hayek para o papel seria pedir demais. E, geez, por acaso a imagem dela nos quadrinhos parece latina? Claro que não. E quem reclamar de ver Milla Jovovich em um papel que vai fazer com que rasgue as próprias roupas e faça poses interessantes e reveladoras devia se internar.
Tyrese Gibson MY ASS! Ntare Mwine (M'ed, de Diamante de Sangue) é a cara de Luke Cage. Sinceramente não me lembro dele muito bem no filme, mas ele não pode ser pior que o Tyrese Gibson. NINGUÉM é pior que o Tyrese Gibson.
Eu adoro o Luke Cage. Sem motivo, eu sei, mas adoro. Muito. Loucamente. De um jeito meio gay até. Ui.
Outro personagem que requer apresentações, Punho de Ferro é fruto de duas coisas: a febre de Kung-fu dos anos 70 nos EUA e a Marvel ter os direitos da série Kung-fu. Eles lançaram zilhões de personagens artistas marciais na época, incluindo Punho de Ferro. Basicamente, ele pode curar e dar uns socos fenomenais. Matthew Marsden tem uma certa semelhança física com Danny Rand e tem uma certa experiência com artes marciais de (argh) DOA: Dead or Alive. Provavelmente Danny merecia um ator melhor, mas sinceramente, nem Kevin Smith ia achar muito espaço para ele dentro do filme. Só o que Punho de Ferro faz é lutar kung-fu, cacilda. Tudo o que ele faz outra pessoa na equipe faz melhor. Não me entendam mal, eu adoro Danny Rand. Ele tem um character design excelente, algumas quotes memoráveis e teve peito de se vestir de Demolidor durante Civil War. E, cacete, qualquer um que sobrevive durante anos tendo o Cage como parceiro merece respeito.
Carrie Anne-Moss é praticamente uma musa nerd depois de Matrix, convenhamos. E uma personagem apagada como a Mulher-Aranha precisa de uma atriz forte para que tenha um bom papel. Se bem que, com os poderes que ela tem, Kevin Smith provavelmente ia basear o roteiro todo nela. E na Echo. E o filme se chamaria Mulher-Aranha & Echo. E seria pornô.
Jessica é provavelmente uma das minhas personagens favoritas de todos os tempos. Super-heroína prematuramente aposentada por traumas emocionais, Jess tem problemas de gente normal e alegrias de gente normal. Ela é o interesse romântico de Luke Cage (o quão romântico Cage pode ser) e precisa de uma atriz que saiba fazer pequenos papéis e ainda assim se destacar. Alyson Hannigan me parece perfeita, principalmente se levarmos em consideração a adolescência problemática de Jess.
Os Antagonistas:
Um bom filme de heróis precisa de vilões. Um bom filme com uma equipe de heróis obviamente precisa de uma equipe de vilões. Mas, sinceramente, eu só consigo pensar no...
Ninguém, nem mesmo Brian Michael Bendis (o autor de Alias; a excelente série em quadrinhos da Marvel, não o seriado nojento que só vale pela Jennifer Goobles), me convencerá de que o Homem-Púrpura (pelo menos como aparece em Alias) não foi feito espelhado em Robert Downey Jr. I mean, eles são, hmm, ya' know, iguais! Eu realmente devia estar me esforçando mais para deixar essas explicações mais explicativas. Aliás, algum de vocês aí SABE quem é o Homem-Púrpura?
Ufa, isso deu um trabalho desgraçado. E provavelmente ficou ruim. ^^
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Sina
Tem gente que simplesmente nasce pré-determinado a certas coisas. Tem gente que nasceu pra jogar futebol, tem gente que nasceu pra escrever. Dá pra ver claramente quando alguma cosia é destino, tipo aquele moleque marcado pelo 7 (http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=2599389&tid=2542914017718442048).
Bom, meu destino não é ter um blog. Não sei, não funciona. Nunca funcionou. Ninguém comenta dessa bodega. Ninguém GOSTA dessa porcaria. Muito menos eu. Odeio o design, odeio o jeito que eu escrevo, odeio tudo. Odeio tudo.
Acho que minha sina deve ser essa, odiar o que eu faço. É o que me fez largar Ryu no Densetsu sem final, o que me fez abandonar o Karyu, largar o Espadas e Melancias... e sabe-se lá o que mais. Sou um imbecil auto-destrutivo em ciclos de odiar aquilo que faço e a mim mesmo. E geralmente com razão.
Sem contar que eu nunca consigo o que quero. É sempre so close... yet so far.
Bom, meu destino não é ter um blog. Não sei, não funciona. Nunca funcionou. Ninguém comenta dessa bodega. Ninguém GOSTA dessa porcaria. Muito menos eu. Odeio o design, odeio o jeito que eu escrevo, odeio tudo. Odeio tudo.
Acho que minha sina deve ser essa, odiar o que eu faço. É o que me fez largar Ryu no Densetsu sem final, o que me fez abandonar o Karyu, largar o Espadas e Melancias... e sabe-se lá o que mais. Sou um imbecil auto-destrutivo em ciclos de odiar aquilo que faço e a mim mesmo. E geralmente com razão.
Sem contar que eu nunca consigo o que quero. É sempre so close... yet so far.
domingo, 15 de julho de 2007
A curva, versão 2.5
Hoje trabalhei um pouco no meu conto que apresentei na aula de Teoria da Literatura período passado, "A Curva". Cortei, modifiquei, adicionei, enfim, mudei muita coisa para esta versão. Talvez sejam os novos elementos, mas o resultado final não me agradou muito, parecendo muito confuso diante da simplicidade que me parecia tão bonita das primeiras versões. Resisti ao impulso de apagar tudo para ter algum feedback.
Sem mais...
A curva
A música soava com uma freqüência rotineira. Os alto-falantes suavemente vazavam o som de teclados e percussão leve, criando uma sedutora trilha sonora para nossa viagem à meia-noite através das cortinas do negrume. As janelas estavam frias ao toque, refletindo as condições geladas do lado de fora. Manchas de sal e impressões digitais sujavam o vidro e nas ruas neve derretia escorria como cascata das calçadas. Um casal se abraçava na esquina, dividindo mais calor que eu sentia em meu assento estofado e casaco fechado.
A música pulsou mais alta, porém gentil, como o chiado distante de um pote de água fervente. O céu brilhava fracamente, dando-nos um vago vislumbre da aurora distante (o dia em que eu aprender a voar, eu nunca vou descer, pensei despreocupadamente). O carro disparava por um trecho dolorosamente reto da estrada e ela não tinha movido o volante nem ao menos dois graus nos últimos vinte minutos, nem mesmo falado.
Percebi finalmente que tinha chegado a época dos resfriados e sobretudos. Se estávamos quietos na viagem era porque queríamos chegar em casa, pensei. Resquícios das memórias do verão inundaram minha mente, os dias que eu guardava nos confins da minha mente. Como nós fomos; tão perfeitos e tão felizes, nas memórias do verão tão distante do medo e dos ciúmes. Agora, entre cada sorriso há uma lágrima nos olhos. O tempo era tão tangível (eu nunca o deixarei escapar). Nossos sonhos pareciam tão distantes. Um trem havia saído da cidade uma hora atrás; mas esperara por ela... e nem eu.
A música parou e por um instante o carro parecia parado também, a paisagem tão repetitiva que era estática. Sem desviar o olhar, com um gesto quase mecânico, ela tocou o botão de reprodução suavemente com a ponta de sua unha manicurada. Se eu fosse resoluto, ela me pediria para mudar?
"Por que você está fazendo isso?", ela disse sem esperar uma resposta. Sua voz penetrou o ar viciado como um espião em filmes de criança, tão silenciosamente que fez meu coração saltar.
"Eu não estou fazendo nada", eu disse, sem um átimo de crença no que dizia. "Isso é o que é melhor. Para mim, para você, para nós." Ou talvez apenas para mim, eu pensei, enquanto uma lágrima se formava no canto de seu olho esquerdo. Chovia; não uma torrente mas uma garoa fina, triste e gelada que parecia seguir o ritmo sonolento que pingava dos alto-falantes. Eu não te amo mais, era tudo o que eu queria dizer. Nunca havia sentido tanto frio. E sob o véu do crepúsculo seguimos.
Súbito, a música jorrou dos alto-falantes e nós estávamos nos perdendo na cadência, duas poças crescentes em uma tempestade. Ela olhou para baixo e fechou seus olhos por um pouco mais que um instante, suas mãos delicadas se fechando com força no volante. Então ela estava chorando. Então ela estava gritando. Então eu estava gritando. Nossos mundos se chocavam e a distância se mantinha, a culpa e a apatia fazendo chover confissões, sem respostas ou soluções... e nós nem ao menos sabíamos as perguntas.
Nossas vozes entrecortadas se tornaram parte da música. O carro dardejava pela noite. Enquanto nossas vozes diminuíam, a cadência novamente dominou o ar. Adiante, uma curva se aproximava. Ela não fez menção de frear.
Sem mais...
A curva
A música soava com uma freqüência rotineira. Os alto-falantes suavemente vazavam o som de teclados e percussão leve, criando uma sedutora trilha sonora para nossa viagem à meia-noite através das cortinas do negrume. As janelas estavam frias ao toque, refletindo as condições geladas do lado de fora. Manchas de sal e impressões digitais sujavam o vidro e nas ruas neve derretia escorria como cascata das calçadas. Um casal se abraçava na esquina, dividindo mais calor que eu sentia em meu assento estofado e casaco fechado.
A música pulsou mais alta, porém gentil, como o chiado distante de um pote de água fervente. O céu brilhava fracamente, dando-nos um vago vislumbre da aurora distante (o dia em que eu aprender a voar, eu nunca vou descer, pensei despreocupadamente). O carro disparava por um trecho dolorosamente reto da estrada e ela não tinha movido o volante nem ao menos dois graus nos últimos vinte minutos, nem mesmo falado.
Percebi finalmente que tinha chegado a época dos resfriados e sobretudos. Se estávamos quietos na viagem era porque queríamos chegar em casa, pensei. Resquícios das memórias do verão inundaram minha mente, os dias que eu guardava nos confins da minha mente. Como nós fomos; tão perfeitos e tão felizes, nas memórias do verão tão distante do medo e dos ciúmes. Agora, entre cada sorriso há uma lágrima nos olhos. O tempo era tão tangível (eu nunca o deixarei escapar). Nossos sonhos pareciam tão distantes. Um trem havia saído da cidade uma hora atrás; mas esperara por ela... e nem eu.
A música parou e por um instante o carro parecia parado também, a paisagem tão repetitiva que era estática. Sem desviar o olhar, com um gesto quase mecânico, ela tocou o botão de reprodução suavemente com a ponta de sua unha manicurada. Se eu fosse resoluto, ela me pediria para mudar?
"Por que você está fazendo isso?", ela disse sem esperar uma resposta. Sua voz penetrou o ar viciado como um espião em filmes de criança, tão silenciosamente que fez meu coração saltar.
"Eu não estou fazendo nada", eu disse, sem um átimo de crença no que dizia. "Isso é o que é melhor. Para mim, para você, para nós." Ou talvez apenas para mim, eu pensei, enquanto uma lágrima se formava no canto de seu olho esquerdo. Chovia; não uma torrente mas uma garoa fina, triste e gelada que parecia seguir o ritmo sonolento que pingava dos alto-falantes. Eu não te amo mais, era tudo o que eu queria dizer. Nunca havia sentido tanto frio. E sob o véu do crepúsculo seguimos.
Súbito, a música jorrou dos alto-falantes e nós estávamos nos perdendo na cadência, duas poças crescentes em uma tempestade. Ela olhou para baixo e fechou seus olhos por um pouco mais que um instante, suas mãos delicadas se fechando com força no volante. Então ela estava chorando. Então ela estava gritando. Então eu estava gritando. Nossos mundos se chocavam e a distância se mantinha, a culpa e a apatia fazendo chover confissões, sem respostas ou soluções... e nós nem ao menos sabíamos as perguntas.
Nossas vozes entrecortadas se tornaram parte da música. O carro dardejava pela noite. Enquanto nossas vozes diminuíam, a cadência novamente dominou o ar. Adiante, uma curva se aproximava. Ela não fez menção de frear.
terça-feira, 10 de julho de 2007
Scrutiny
One - two - three - four - five - six - seven - eight!
Years go flying by
No one seems to hesitate or cast an earnest eye
Judgment comes in many forms but never scare or shy
And the litany is long as the confidence is strong in their delight
Hoje eu parei em uma dessas ligações entre um bloco e outro da UERJ e fiquei olhando as pessoas se arrastando lá em baixo, feito formigas sem rumo. E... saco, não consigo terminar nenhuma linha de raciocínio. Foda-se.
Enfim, eu tava lá olhando pra baixo e percebi que dá pra pular pra varanda da biblioteca do andar de baixo a partir do parapeito e nem é muito arriscado. Alguém quer ir comigo pra tirar uma foto do meu triunfo? I mean, não tem nada mais gratificante que arriscar sua vida por motivo NENHUM. Pelo que eu olhei, dá uns 65% de chance de sucesso.
Years go flying by
No one seems to hesitate or cast an earnest eye
Judgment comes in many forms but never scare or shy
And the litany is long as the confidence is strong in their delight
Hoje eu parei em uma dessas ligações entre um bloco e outro da UERJ e fiquei olhando as pessoas se arrastando lá em baixo, feito formigas sem rumo. E... saco, não consigo terminar nenhuma linha de raciocínio. Foda-se.
Enfim, eu tava lá olhando pra baixo e percebi que dá pra pular pra varanda da biblioteca do andar de baixo a partir do parapeito e nem é muito arriscado. Alguém quer ir comigo pra tirar uma foto do meu triunfo? I mean, não tem nada mais gratificante que arriscar sua vida por motivo NENHUM. Pelo que eu olhei, dá uns 65% de chance de sucesso.
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Just burn the photographs and bury all the pages that we knew
Esse meu novo blog (o título é temporário) tem como objetivo servir de casa para as coisas aleatórias que eu escrevo. Os contos meia-boca, as idéias para aventuras de RPG jamais executadas, os OFs que nunca passam do Capítulo 6. Com o fim do LJ, preferi organizar as coisas melhor. Agora quem quiser ver comentários breves sobre minha vida e saber o que diabos eu ando fazendo, pode visitar http://www1.fotolog.com/true_shinken e descobrir de tabela o quão baixo eu desci (a ponto de ter um fotolog, coisa que eu abomino).
Para começo de conversa e fingir que isso é útil e que alguém vai ler, vou falar sobre Grand Dream. Meu novo e ambicioso projeto de RPG, Grand Dream é um remake de um plot que eu já tentei fazer várias vezes - um reino governado por uma linhagem de meio-celestiais (ou aasimar, ainda ñ tenho certeza) cai diante de uma força maligna, ameaçando a paz em todo o mundo. A única esperança é o(a) único(a) sobrevivente dessa dinastia e seus valentes companheiros, que precisam enfrentar a Mácula da Ilha Sombria e conseguir aliados dos demais reinos para conseguir salvar o mundo do terrível Villa, líder dos exércitos do mal.
Sim, é clichê, sim é simples e sim chega a ser ridiculamente maniqueísta. Ou pelo menos é o que eu quero que todo mundo acredite. Estou fazendo um puta trabalho em termos de regras para deixar Grand Dream com uma cara bem única e espero que valha a pena. Planejo usar spell points e armor as damage reduction, dando um ar mais anime ao cenário. Não sei se opto por um cenário de baixa magia ou um cenáiro onde a magia é usada de forma "realista" (vide Eberron). Algumas raças terão papéis especiais: os Xeph (do Expanded Psionic's Handbook) serão guerreiros reclusos de uma tribo afastada; os Anões terão uma ligação quase elemental com o elemento terra (talvez faça a mesma coisa com os Elfos, usando a variante Elfos do Fogo do Unearthed Arcana, mas dunno). Sobre classes, bomba: talvez eu proíba o Guerreiro e o Ladino.
Cansei de falar sobre Grand Dream. Até outro post.
Para começo de conversa e fingir que isso é útil e que alguém vai ler, vou falar sobre Grand Dream. Meu novo e ambicioso projeto de RPG, Grand Dream é um remake de um plot que eu já tentei fazer várias vezes - um reino governado por uma linhagem de meio-celestiais (ou aasimar, ainda ñ tenho certeza) cai diante de uma força maligna, ameaçando a paz em todo o mundo. A única esperança é o(a) único(a) sobrevivente dessa dinastia e seus valentes companheiros, que precisam enfrentar a Mácula da Ilha Sombria e conseguir aliados dos demais reinos para conseguir salvar o mundo do terrível Villa, líder dos exércitos do mal.
Sim, é clichê, sim é simples e sim chega a ser ridiculamente maniqueísta. Ou pelo menos é o que eu quero que todo mundo acredite. Estou fazendo um puta trabalho em termos de regras para deixar Grand Dream com uma cara bem única e espero que valha a pena. Planejo usar spell points e armor as damage reduction, dando um ar mais anime ao cenário. Não sei se opto por um cenário de baixa magia ou um cenáiro onde a magia é usada de forma "realista" (vide Eberron). Algumas raças terão papéis especiais: os Xeph (do Expanded Psionic's Handbook) serão guerreiros reclusos de uma tribo afastada; os Anões terão uma ligação quase elemental com o elemento terra (talvez faça a mesma coisa com os Elfos, usando a variante Elfos do Fogo do Unearthed Arcana, mas dunno). Sobre classes, bomba: talvez eu proíba o Guerreiro e o Ladino.
Cansei de falar sobre Grand Dream. Até outro post.
Assinar:
Postagens (Atom)