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domingo, 25 de setembro de 2011

New 52

Praticamente todo mundo com quem eu falei sobre o reboot da DC já sabe - eu não estava esperando nada. Títulos que eu estava acompanhando (Teen Titans, Superboy, Red Robin, Batman & Robin) seriam resetados. A cronologia ficaria uma bagunça. Personagens seriam abandonados para sempre (Spoiler) ou modificados ao ponto de ficarem irreconhecíveis (Barbara Gordon).
Agora que os títulos estão saindo, eu posso dizer tranquilamente: eu quebrei a cara. Duas vezes.
Pictured: Diana quebrando a minha cara
Wonder Woman #1, por Brian Azarello e Cliff Chiang, é um excelente começo. Antes de mais nada, Azarello nem tenta se enfiar na bagunça que é a cronologia DC ou as origens da personagem título. O foco dele aqui é em sua história - que é a de uma mulher sendo envolvida nas maquinações dos deuses (adaptados ao século XXI) e sendo protegida por Diana. O grande mérito de Azarello aqui é dizer abertamente que ele não se importa com o reboot, ele se importa com a história dele. E só um autor do gabarito de Azarello (100 Bullets) tem moral de fazer uma coisa dessas. A missão do título não é fácil - dar uma cara a um personagem que o grande público nunca conheçou de verdade.
Não dá pra evitar de mencionar como a arte de Chiang é boa e adequada ao estilo de Azarello. É quase uma fantasia mítica hardboiled, por assim dizer. Violência e sensualidade são elementos já nessa primeira edição, mas eles são secundários, casuais - como são para os personagens. Chiang consegue manter a dose certa entre estranhamento e familiaridade com as coisas bizarras acontecendo nessas pouco mais de vinte páginas. E você tem que aplaudir um cara que consegue fazer com que você demore um pouco para perceber que a Mulher Maravilha está sem roupa.

Mas eu não tinha dito que quebrei a cara duas vezes? Sim, foram duas vezes. A primeira foi com a Mulher Maravilha de Azarello, muito melhor do que eu achava que o reboot poderia criar. Assim que aparecer nas bancas aqui, vou saltar em cima dessa série com tudo. A segunda foi com Catwoman e Red Hood and the Outlaws. Eu disse lá em cima que esperava muito pouco do reboot, então não cheguei a ficar aborrecido com JLA. Mas essas duas... conseguiram ficar abaixo do que eu esperava.
O problema aqui vem de homens velhos escrevendo mulheres jovens. Estelar e Mulher-Gato na teoria estão sendo escritas como 'mulheres sexualmente agressivas'. Na prática, o que a gente vê é um pornô softcore pra homens e duas personagens respeitadas sendo jogadas pra escanteio. Ambas Estelar e Mulher-Gato eram escritas como sexualmente agressivas e decididas pré-reboot. Não sei de quem foi a idéia de ir além do impossível nessa questão, mas acaba tirando o crédito da história. Sexo não devia ser o foco de uma revista em quadrinhos de super-heróis - devia ser, no máximo, uma coisa secundária. Mas no caso de Mulher-Gato, a revista é sobre ela transando com o Batman. E isso é ainda mais apelativo do que qualquer coisa que eu esperava.
Me recusei a colocar fotos dessa nova Mulher-Gato aqui. Leiam Wonder Woman #1 e prestigiem bons quadrinhos.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Chroma

Primeiro, ela escolheu se chamar Chrome. Pensou que soava bem, que transmitia bem a idéia que ela queria e exemplificava seus poderes. Essa era metade da importância do nom de guerre de um mutante, não era? Explicar seus poderes antes que precisassem perguntar. Na primeira semana, soube através de um militante dos direitos mutantes que já existia um Chrome, um já falecido capanga de Magneto. Querendo se distanciar de qualquer relação com aquele homem assustador, ela decidiu se chamar Chroma, o que trazia (pelo menos para ela) um certa sensação de empoderamento feminino.

Ela sempre teve dificuldades em decidir o que fazer da vida. Sem muitos sonhos ou grandes paixões, nem mesmo com traumas e dificuldades extremos, ela seguia pela vida na pista do meio, sem grandes excessos. Era uma vida que não era nunca mais nem menos, uma vida monótona e confortável, mais uma pessoa na multidão. Ela não sabia dizer, hoje, se gostava ou não daquela vida que seguia. Só que quando a revelação chegou, as coisas espiralaram fora de controle e não tinham mais volta. E era tudo culpa dela.

Um dia, no bar com os amigos de faculdade, ela serviu todos de cerveja e colocou a garrafa de volta na mesa. Alguns minutos depois, comentaram que a garrafa estava vermelha. Isso levou a meia dúzia de comentários, uns mais alarmados que outro, e outra garrafa veio. Mais tarde, em seu apartamento, ela ouviu um grito vindo do banheiro. Era sua amiga, que passara a noite dormindo no sofá e ao se olhar no espelho, viu que seu cabelo estava azul. Foi quando ela descobriu que era Chroma - possuía a habilidade mutante de mudar a cor das coisas.

Claro, uma mutação tão pequena podia ser ocultada se fosse controlada. Mas vendo na TV todos aqueles homens e mulheres uniformizados, como eles pareciam tão acima dos problemas mundanos que ela enfrentava sonolenta dia-a-dia, ela se decidiu. Não seria só uma mutante, seria uma mutante uniformizada, uma super-heroína.

As boas intenções de Chroma não deram muito certo. Seu poder primeiro ajudou com a confecção do uniforme - era só juntar as pessoas que queria e depois mudar as cores ao seu bel prazer. Após alguns dias rodando pela cidade em seu novo uniforme e recebendo mais atenção masculina do que nunca (ela nunca se achou muito bonita, mas aparentemente colantes e decotes tinham esse efeito), ela encontrou o primeiro crime em que se intrometeu - um assalto a uma farmácia. Felizmente eles não tinha armas. Ela foi empurrada para o lado, tentou perseguir os ladrões, ficou sem fôlego mais rápido que esperava. Não teve a chance de mudar a cor de nada. Mas perseverou em seu objetivo de se tornar um símbolo de alguma coisa através de suas ações e poderes. Ajudou um policial a impedir um estupro, ainda sem mudar a cor de coisa alguma. O policial, apenas um pouco mais velho que ela, recomendou que ela entrasse para a força policial ou procurasse um dos grupos de ajuda mutantes da cidade. Ela não gostou das sugestões e continuou nas suas patrulhas, até interromper um assalto a mão armada. Chroma nunca teve nenhum treinamento de defesa pessoal ou artes marciais, mas dessa vez ela pensou no que fazer. Saltou pela porta, a capa segura firme nas mãos, balançando-a enquanto trocava as cores da mesma com velocidade estonteante e se movia rápido na direção de seu alvo, seu vilão. O show de cores atordoou o homem por tempo suficiente para o soco de Chroma atingi-lo em cheio. Ela tomou a arma dele, eufórica, e apontou para o mesmo para que não se movesse. Nervosa e sem nenhuma prática com armas de fogo, ela atirou sem querer.

Presa por homicídio, com a faculdade interrompida, Chroma não tinha muito mais o que fazer na cadeia a não ser praticar seus poderes de mudança de cor (ela ainda não conseguia mudar as cores de algo que não estivesse tocando, por exemplo) e se manter viva.

Faltando dias para ser liberada, ela não fazia idéia do mundo que encontraria lá fora ou do que faria quando saísse. Ela era só uma menina que mudava cores.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Capitão Obama



Enquanto os Estados Unidos da América passavam pelo controverso governo Bush, a Marvel Comics assumiu um tom mais sombrio, menos inocente, para seus quadrinhos. A Marvel sempre retratou corrupção governamental como parte integrante e importante de seu universo mas a coisa toda assumiu uma nova proporção - Nick Fury agindo fora das ordens, o Superhuman Registration Act, os Thunderbolts de Warren Ellis, Tony Stark fazendo um campo de concentração inter-dimensional e por fim Norman Osborn chegando ao ponto de chamar psicopatas de Vingadores.
Com a entrada de Obama no governo, a coisa toda mudou de figura. A Marvel imediatamente tratou de colocar Obama em oposição a Norman, chegando ao ponto dele dizer que não concorda com a escolha de seu antecessor para líder da SHIELD (Osborn). Obama ainda aparece em uma revista do Spidey (o quadrinho mais vendido da década, inclusive)... e por fim no final de Captain America Reborn fala com Steve Rogers pelas costas de Norman e diz que considere o SRA "não-americano".
É o universo Marvel ficando 'bonzinho' de novo por causa de Obama. Talvez o Nobel seja justo afinal...
...NOT.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Fastest man alive


"Wally West é o homem mais rápido do mundo."
Uma das primeiras coisas que eu me lembro de ler em quadrinhos foi Wally correndo contra o Super-Homem (pq na época nenhum palhaço tinha decidido chamá-lo de Superman), numa competição armada pelo Mxyzptlk. Com muito esforço, Wally venceu a corrida.
Dali eu acompanhei as histórias do Flash (que saíam na revista dos Titãs, acho), com suas histórias divertidas e a personalidade cativante do Wally. Eu adorei Velocidade Terminal. Era a história que eu mais esperava pra ler a cada mês. Nela eu conheci o Bart, que é outro personagem irado. O Barry eu conheci muito pouco. Só do seriado da TV praticamente.
Sabe, trocar o personagem por trás da máscara é difícil. Os fãs não costumam aceitar. Kyle Rayner nunca vingou como Lanterna Verde, Ben Reilly também não foi popular como Homem-Aranha, nem preciso falar de Jean-Paul Valley como Batman. Com Wally não foi assim. Os fãs o aceitaram e ele conquistou seus próprios fãs, se tornou mais Flash que Barry no final das contas - os desenhos animados e videogames SEMPRE se espelham em Wally em vez de Barry para definir como vai ser seu Flash.
Então a DC ressucita Barry Allen, jogando fora o símbolo de sua morte, jogando fora a única vez em que trocar a pessoa por trás da máscara funcionou. Tudo bem. Acontece.
Aí a DC diz que Wally vai, sim, ter histórias publicadas. Falam que ele vai ter um traje que vai identificá-lo bem. Trazem o Bart de volta, dizem que vão dar um título pra ele... É, SÓ QUE NÃO.
Só que a DC tem que voltar atrás e dizer pra todo mundo que lê Flash, esse povo que em geral nasceu depois de Barry Allen ter morrido que foda-se tudo, que o homem mais rápido do mundo é Barry Allen, não Wally West.
Sério, tem alguma coisa MUITO ERRADA nesse jeito de fazer quadrinhos.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

E assim fez-se o Lobo!

Origens - segundo consta nos anais da egolatria - são narrativas prodigiosas de bravura e maestria. Histórias incríveis de feitos que ardem como brasas, que nos falam de homens aptos a voar sem asas, a sobreviver a balas e bombas, tudo isso sem descanso... e de por que quase nunca essa turma afoga o ganso. Razão pela qual sentimo-nos culpados e pesarosos, uma vez que nossos relatos, embora esplendorosos, nada mencionem de raios cósmicos de alta freqüência e de outras desagradáveis perversões da ciência. Em suma, iniciou-se esta fábula de cunho psicótico com um reles extravasar de líquido amniótico. Há de perpetuar na infâmia o
nome dos pais da besta-fera, se não lá, então no fétido lamaçal onde o palavrão impera. Ou melhor, perpetuar-se-iam não se houvessem perdido no subseqüente holocausto que a tudo deixou aturdido, dando cabo e destroçando qualquer forma de registro civil quer de esperma, quer de placenta, de ovo ou de parto tão vil. Reza a lenda, se é que, em alguma parte, lenda reza, que o parto durou um mês de asquerosa torpeza. E quando se aflorava a dilatação em toda a sua amplitude, estando iminente a circustância da maior desvirtude, urrou a prturiente que não mais suportava, como se cedendo à cólica maior que a detonava. Rasgando tudo que havia nela desde o pêlo encravado à canela, em meio a podreiras e conteúdo amoral, nasceu assim o famoso maioral. Ainda hoje, aqui e acolá, há quem defenda a idéia saudável, ainda que horrenda, de que deveria o serviço social czarniano esfolar a criança de modo torpe e desumano. Mas, em verdade, vozes essas servem mui raramente para algo além de reclamar Eu não disse, minha gente? Quando o serviço social acolheu aquele agitado pivete a ninguém ocorreu meter-lhe nas fuças um canivete. Para sua eterna e mais que duradora desgraça, os assistentes sociais que encararam a bagaça, por mais que tentassem, não viram outra opção a não ser oferecer o pequeno traste à adoção e rogar para que o otário que acolheste o fedelho fosse pervertido, selvagem e de espírito parelho. Então, a criança prosperou e chegou à idade adulta, fazendo ao avesso tudo o que faria uma pessoa culta. Tiroteios, degolas, extorsão e assassinatos. Cafetinagem, estupros, seqüestros e estelionatos. Todavia, ainda que a vida tudo fizesse para ocupá-lo, sua mente ruminava idéias dignas de causar abalo. Ele ponderou "Se tantos se parecem comigo, o que fazer para livrar-me deste castigo? Meu ego clama por ser o único da minha laia!" E, ansioso
por formular alguma ignóbil maracutaia, empreendeu em seu pútrido cérebro, enorme devassa, concebendo nada mais que extermínio em massa. O diminuto agente bacteriano, letal como pitonisa, cultivado por ele após anos de intensa pesquisa, avançou sobre tudo que avistou pela frente até não sobrar ser vivo, beato ou descrente. Ao contemplar a extensão e a pujança de sua obra funesta, disse: Ei, eu levo jeito! Taí uma coisa que não me molesta. A matar, mutilar e trucidar minha vida dedicarei. Não necessariamente nessa ordem, assim farei. E honorários para meus serviços muitos hão de pagar. De tanta grana, com certeza, eu vou me embriagar. Não farei alianças ou terei qualquer tipo de parceiro. Rodarei sozinho pelas vias deste cosmo trapaceiro. E tendo vociferado tudo que havia para ser dito, deixou seu planeta rumo ao espaço infinito.
Desta modo gratuito, violento e um tanto bobo, teve início a sensacional carreira de Lobo!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Comics

Vou dar umas palavras sobre o que eu ando lendo de comics. Tentei manter minha opinião livre de spoilers, mas nunca se sabe então leia com cuidado.

Kick-Ass

Essa série de peridiocidade irregular trata de um garoto bem comum, um adolescente estadunidense qualquer, que decide usar uma fantasia e combater o crime. Diferente dos heróis que o inspiraram, o protagonista não tem treinamento especial, não é mais inteligente que a média e nem mesmo tem um trauma como ignição para seu heroísmo.
Com exceção de uma coisa ou outra (mas deixemos claro que essas coisas são sempre iradas) Kick-Ass é bastante realista - 'nosso herói' Kick-Ass lida com a dura realidade de ser não só um herói mascarado como um adolescente comum. Ele tem que lidar com fama relâmpago, YouTube, MySpace, fofoca no colégio e um pai que só tenta ser o melhor possível... e claro que ele lida com tudo isso muito, muito mal.
Marcando 6 estrelas de 6 no Medidor Shinken de Qualidade (MSQ).

Ultimate Human

Eu gosto muito do universo Ultimate... e esse gibi, embora não seja um representante claro de tudo que está dando errado nele nos últimos tempos (pra isso servem Ultimates vol 3, Ultimate Origins e Ultimatum) também não é nenhuma maravilha.
A premissa já é um pouco estúpida - um dia, out of the fucking blue, Bruce Banner percebe que a tecnologia de T0ny Stark pode salvá-lo do Hulk. Ei, espera ai, e aquela coisa todo em Ultimates vol 2 sobre "fazer as pazes com meu psicopata interior"? Não era pra explicarem isso em Ultimate Wolverine x Hulk? Enfim, uma mini atrasou e fizeram outra e não se preocuparam com os furos. Lindo. O plot... sinceramente, não tem plot. Pseudociência, personagens descaracterizados, contradições... É divertido em alguns lugares, mas esses não são os personagens que eu aprendi a gostar. 2 de 6 no MSQ.

Static Shock

A revista dos Titãs ainda não se chama Static Shock mas é só uma questão de tempo.
Em Terror Titans, ele bate em geral e salva o dia. Na revista mensal, ele bate em geral e salva o dia. No anual, ele bate em geral e salva o dia... sacaram um padrão?

domingo, 13 de julho de 2008

Controvérsia em Heroes for Hire


Heroes for Hire era inicialmente o nome da revista do Luke Cage, eventualmente se tornou uma super-equipe e passou por várias formações e visões diferentes. Com o advento de Civil War (com Luke e Punho de Ferro nos Novos Vingadores) a nova formação de Heroes for Hire era comandada por Misty Knight, que consegue somar duas das coisas mais bizarras dos anos 70 em uma só: blaxploitation e Kung-fu craze. A equipe me chamou a atenção por muitos motivos - o principal era a inclusão de Shang Chi e Black Cat no rooster. Shang está parecendo o Liu Kang de Mortal Kombat, mas pelo menos tem atuações incríveis em combate. Black Cat está completamente descaracterizadas e inclusive parecem ter esquecido do poder mutante dela de controlar as propabilidades. Apesar disso, eu estava lendo a revista e gostando bastante até. Nada 'OMFG' como Thunderbolts, mas nada mal também.
Então algum imbecil fã de hentai fez essa capa.
Claro, deu uma puta duma discussão, a Marvel se defendeu, mimimimi. Mês seguinte saiu o último número de Heroes for Hire.
Gotta hate those tentacles.

Scorpion


Scorpion
Carmilla Black é a segunda personagem no universo Marvel a adotar a alcunha Escorpião. Diferente no que costuma acontecer em casos de alcunhas repetidas, Carmilla não tem nenhuma relação com Mac Gargan, o primeiro Escorpião.
Fruto de um experimento da IMA (Idéias Mecânicas Avançadas) dirigido por sua própria mãe, Carmilla possui a habilidade de metabolizar qualquer substância, tornado-a imune a qualquer droga ou veneno. A eficiência de seus processos metabólicos também a mantém na melhor forma física possível. Ela é capaz de usar o "Ferrão do Escorpião" através de uma glândula no seu braço que lhe permite transmitir efeitos maléficos das substâncias que seu corpo absorve para um alvo qualquer.
Aparentemente, Carmilla Black é filha do doutor Robert Bruce Banner.
Entre seus feitos notáveis estão nocautear o Hulk com apenas um golpe no período em que ele estava mais poderoso, a World War Hulk.
E sim, ela é minha nova musa.