terça-feira, 5 de maio de 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

GDR 5- Descanso de Quarion

Em Villa Da'Erte, uma maga elfa e um anão clérigo de Moradin atendem ao chamado de Tamrym Da'Erte e após reverterem o estado de Neal como estátua, atestam com sua magia que Neal e companhia falam a verdade sobre os acontecimentos em Ivalice. Ainda assim, Tamrym não acredita neles totalmente, mantendo apenas a mínima deferência que ela deve prestar a outra família nobre por causa de Gwen. A governante elfa lembra que toda a honra da família Baenre estará em jogo caso a história deles se prove falsa.
Atrushan recomenda ao grupo que procure seu tio, Faldorn Da'Erte, na cidade grande mais próxima, Descanso de Quarion, que já estava no caminho deles de qualquer forma. Abu mais uma vez chama Atrushan para acompanhá-los, mas mais uma vez o meio-elfo declina, embora claramente esteja interessado, por conta de seus deveres para com sua irmã. Atrushan ainda os 
lembra que o evento anual da guilda de magos, o Duelo Arcano, será realizado em Descanso de Quarion muito em breve e que com a guerra com Viken se iniciando ele tem muita importância política - é a melhor forma das guildas provarem ao governo élfico seu valor e garantirem contratos. Pharaun Melarn, um dos maiores arquimagos elfos e voto vencido no conselho que decidiu pela guerra, também estará presente.
Guiados por uma carruagem emprestada pela família Da'Erte, o grupo se aproxima de Descanso de Quarion rapidamente. Quase na entrada da cidade, Gwen avista uma criatura familiar carregando consigo uma tigela de tofu - um humanóide esguio, pele verde, trajando um manto e com impressionante boa aparência e carisma natural acompanhado de um curioso animal branco, parecido com um pequeno cachorro com asas que voa silenciosamente. Saltando da carruagem, ela confronta o estranho sobre sua presença, mas ele calmamente se afasta dando muito pouca atenção a toda a irritação da elfa. Quando questionada sobre quem ele era, Gwen resiste muito mas eventualmente conta se tratar de um antigo caso dela (que ela enfatiza ter sido por só uma noite), caso este que foi o pontapé inicial para que abandonasse a vida de nobre e se tornasse
 uma aventureira. Abu, desejando comer tofu após tanto tempo distante de Kurairiku, segue junto com o estranho que se apresenta como Jallan (se lê yalan, viu?), um killoren - tipo de fada com uma forte ligação com a natureza, raramente encontradas em Rubia por terem seu habitat natural em outro lugar (sim, isso vai aparecer depois). A dupla segue até a residência temporária do killoren- a sede da guilda de magos Ordem Transcendente. 
Uma vez na cidade, Neal, Gwen e Winter decidem se alojar em uma estalagem, mas Neal descobre da pior forma que seu nome já está ligado à imagem do Homem de Braço Metálico e é capturado por Imogen Hunter, uma dos Vingadores Escarlates, que nocauteia a ele e a Gwen, dando a Winter a chance de se render em combate. 
Winter encontra Abu e Jallan para tentar salvar Neal, encontrando-os finalmente apreciando o tofu. Ou melhor, Jallan o aprecia enquanto Abu admite nunca ter gostado de tofu mesmo em sua infância em Kurairiku, tendo comido apenas por saudades.
Invadindo a base dos Vingadores Escarlates com velocidade sobrenatural, Jallan convence Imogen a colocar o destino de Neal em jogo no Duelo Arcano. Ferida em seu orgulho, a caçadora de recompensas aceita. O grupo revela seus objetivos a Jallan e ele, que precisava ir a Balmung por um pedido de Silvarr de qualquer forma, decide acompanhá-los, para infelicidade de Gwen. Winter começa a flertar com Jallan enquanto Abu procura por uma cimitarra mágica e por Faldorn Da'Erte, Neal sofre uma longa e dolorosa operação para aumentar a capacidade de seu braço metálico e disfarçá-lo. Os dias se passam e os flertes de Winter com Jallan se transformam em noites (e dias) de sexo selvagem e de ponderações sobre o que diabos surge quando um
 killoren cruza com um hengeyokai (aliás, só como curiosidade, uma raposa atinge maturidade sexual em apenas dez meses...), Abu consegue sua cimitarra e o braço de Neal adquire a capacidade de gerar poderosas cargas elétricas e uma cobertura de escamas de dragão azul.
Após longas buscas, finalmente o grupo encontra Faldorn Da'Erte, que após algumas bebidas e bastante conversa, decide emprestar seu navio voador e até acompanhar o grupo para guiá-lo caso Neal participe do Duelo Arcano como representante da família Da'Erte e o grupo consiga encontrar um elemental para aprisionar no interior do navio (é só assim que eles voam). Faldorn
 comenta que não gosta muito de seus sobrinhos, por achar Atrushan muito submisso a sua irmã, que por sua vez ele considera uma garota chata e mimada.
Enquanto a data do Duelo Arcano se aproxima, o grupo entra em contato de diversas formas com vários participantes do mesmo - Sev'Tal, alguma espécie de morto-vivo participando pela Patrulha do Destino; Felice, uma hengeyokai pássaro da Sociedade da Sensação e por fim Sanjikillar, dos Contempladores de Astros.
Sanjikillar revela que nos escritos de Ariosto, o Louco, seguidos por sua guilda é dito que um grupo de demônios do deserto influenciaria uma batalha que pode trazer a extinção de toda Rubia e que ele gostaria de ajudá-los a trilhar o caminho certo. Abu inclusive se torna um membro dos Contempladores, após comprar seu primeiro manual, uma versão traduzida para Comum dos escritos de Ariosto. Claro, para progredir mais ele ainda precisa olhar muitas
 estrelas e comprar muitos manuais.
Mais uma noite cai em Descanso de Quarion e o Duelo Arcano começa no dia seguinte.

Os killoren são assim:

E os navios voadores são assim:

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Year of Rogue Dragons

Ultimamente, quase tudo que eu leio me decepciona. Ultimate Spider-man piorou ao ponto que eu parei de comprar, já praticamente desisti da DC (é, no ano dos Lanternas Verdes, pra vocês verem como a coisa tá preta - trocadilho proposital), não quero nem falar dos mangás porque eu corro sério risco de chorar.
Nem tudo são trevas, relly - Kick-Ass me surpreendeu, minhas webcomics nunca me abandonam, One Piece fica cada vez mais foda (mas os dois últimos capítulos de Fairy Tail foram meio meh - taí, pronto, falei, agora logo mais eu vou chorar, fodeu)...
...e tem Year of Rogue Dragons.
Não, não é uma história em quadrinhos e sim um livro (uma trilogia, actually)... infelizmente. Não que seja mal escrito, não que a narrativa não seja instigante, não que os personagens não sejam bem desenvolvidos e carismáticos, não que a história não seja bem amarrada - anos-luz longe disso, a série é MUITO maravilhosamente foda. O que falta é o visual. Embora eu tenha minhas próprias imagens mentais de Dorn, Taegan e cia (aliás, tenho que mencionar - pra mim o Taegan parece o Domenik de Merc$ e as escamas da Kara são roxas, não importa o que o livro me diga não consigo imaginar diferente), tem algumas cenas tão supercalifragilisticamente ultrafodásticas que eu PRECISO ver aquilo em tinta, o vermelho do sangue, o brilho do metal, o ódio nos olhos dos dragões e a fodacidade do Dorn.
Dorn Graybrook, protagonista da série, é sem dúvida alguma o Chuck Norris de Faerun. Ele encara na unha (literalmente) um dragão negro praticamente por conta própria logo no começo do livro. Dorn tem todo um estilo de luta exótico, tem cu de encarar dragões usando armadura de couro (tá, metade do corpo dele é de metal, foda-se, mas enfim) e não leva desaforo pra casa.
Tá, vou parar de fanboyzice e falar da série de verdade. Primeiro, uma sinopse simples, rápida e rasteira spoiler free: os dragões de Faerun de tempos em tempos passam por uma Rage, em que todos enlouquecem gradualmente e esse tempo está chegando... mas essa nova Rage será diferente e aparentemente pra sempre. A base da história é essa. Mais adiante eu vou fazer uma longa rant com spoilers sobre o vilão, me aguardem.
Em termos de estilo, esses livros não têm nenhuma grande novidade. Rick Byers segue meio que uma fórmula consagrada de R.A. Salvatore nesse sentido, o que dá uma certa uniformidade a todos os romances de Forgotten Relams. Literatura de fantasia em geral sofre muito preconceito então sinceramente não vejo nenhum motivo pra condenar um escritor por seguir uma fórmula de tamanho sucesso. Um twist bem interessante que é mais uma questão de narrativa que de estilo é que os personagens principais possuem históricos interessantes mas bem simples, que podem ser resumidos em uma frase - como os bons e memoráveis personagens da sua mesa de D&D da noite de sábado (eu sei que é isso que você faz das suas noites de sábado, não pense que você me engana). R.A. Salvatore tem toda aquela paixão por longos históricos maravilhosamente intricados e complexos que você simplesmente vai esquecer quando a coisa voltar pro plot principal. Rick manter tudo simples e irado.
Ah, se tem uma coisa que os protagonistas têm é carisma. A dinâmica do grupo é deliciosa. Dá pena nos momentos que eles se separam. Todos, sem exceção, têm seus momentos de brilhar. E que momentos, cara. O livro tem sua dose de frases de impacto e elas te fazem perder o fôlego por si só. Quando alguém armado apenas com uma espada mundana para na frente de um dracolich e diz "So be it" antes de partir pra porrada, não tem como não se levantar da poltrona ou abafar um grito de "AWESOME!". Well, não tenho como pra mim, pelo menos.
A história avança num ritmo mais acelerado que o seu romance de fantasia padrão, o que sinceramente é muito bem-vindo. Chega de descrever cafés da manhã. O ritmo é muito acertadinho, porém - a coisa não parece corrida, tudo flui muito naturalmente.
Ah, não aguento mais. Preciso falar do Sammaster logo. Mas antes disso, 6 de 6 no MSQ.

SPOILER ADIANTE VOCÊ FOI AVISADO ENTÃO NÃO RECLAME CACETE
Sammaster. Pra quem não sabe, a história começa assim. Existia esse garoto, Sammaster, mago talentoso e prodigioso, com uma franjinha caindo por cima do olho (se duvidar ele tinha uma cicatriz gay que curiosamente era igual a um relâmpago, até). Sammy vivia feliz e contente com seus amiguinhos rsrsrs (ok não sei se ele tinha amiguinhos, mas aposto que tinha) discutindo quem tinha a maior varinha, onde guardavam os cajados e coisa e tal. Um belo dia, Mystra, a Deusa da Magia olhou pra Sammy e disse "Você será um dos meus Escolhidos". Os Escolhidos de Mystra são magos 00ber que recebem poderes dessa deusa pra serem mais 00ber e fazerem mil coisas sinceramente bem desnecessárias (geralmente atrapalhar as aventuras que um Mestre dedicado cuidadosamente elabora quando um bando de jogadores preguiçosos chegam pra eles chorando e pedindo ajuda - os game designers genialmente deram até endereço fixo pra vários deles). Sammy, recebendo esse dom (que, vamos lembrar, várias outras pessoas possuem) pensa com seus botões enquanto espreme uma espinha na frente do espelho "Puxa, essa tal de Mystra deve estar querendo dar pra mim". Etão ele fica todo lactoso falando "Mystra, Mystra, dá pra mim, dá pra mim, por favor, Mytra, puxa só uma vezinha Mystra, ai, Mystra dá pra mim" e Mystra nada. Chateadinho e butthurt, Sammy erra uma magia e mata um povo. Ele se revolta, decide que a culpa é dos outros e vai se vingar... e é reduzido a um amontado de cocô em com franjinha, porque ele é só uma bicha emo e Mystra é a deusa onipotente da maldita força que Sammaster quer usar contra ela. Enfim, um dos amiguinhos rsrsrs de Sammy (não falei que ele tinha?) o revive e Sammy fica todo revoltado pq Mystra tirou dele seus superpoderes de Escolhido. [NOTA IMPORTANTE: Reparem que até aqui eu não mencionei nenhum dragão] Procurando uma forma de se vingar, ele encontra uma nota de rodapé num livro de profecias de um cara aí (eu acho que Sammy deve ter comprado a bagaça de um mendigo por uma peça de cobre ou coisa assim) dizendo que um dia o mundo vai ser dominado por dragões mortos-vivos. Sammy decide que isso é irado, mas tem um probleminha: não existiam dragões mortos-vivos. Claro, isso pro Sammy não queria dizer que a profecia estava errada, só queria dizer que ele precisava INVENTAR os dragões mortos-vivos. Quero reforçar meu ponto de que Sammy não tinha nenhum amor em especial pelos dragões, erasó uma coisa de "ah, eu não tenho nada melhor para fazer mesmo". Ele pesquisou, convenceu um monte de magos (acho que esse pessoal faz qualquer coisa pra arrumar amigos, sei lá... deviam estar tão solitários que um cara falando "Hey! Vamos ajudar uns bichos maiores e mais fortes que a gente a dominar o mundo, pra eles nos devorarem depois?" parecia uma excelente idéia) a ajudarem-no e após muitas tentativas fracassadas, conseguiu inventar os dracoliches. No processo ele expandiu a nota de rodapé pra um livro inteiro (O Tomo do Dragão), fez robes púrpuras (eles são conhecidos como os Trajados de Púrpura. Isso é gay ou não é?) pro seu grupinho e umas garras fashion que eles prendem ao pulso por braceletes (eu não tô inventando isso, juro). Tá, aí o plano perfeito de Sammyboy esbarrou em um probleminha - dragões já vivem milhares de anos SEM precisarem apodrecer e com isso perder os prazeres da carne. Dragões NÃO QUEREM ser mortos-vivos porque, saca só, eles NÃO PRECISAM. Aí Sammy virou um lich (mas manteve a franjinha) e passou séculos se fodendo, batendo a cabeça na parede e tentando convencer os dragões um por um a virarem liches, geralmente fazendo favores e coisas assim. Claro que as forças que lutam pelo status quo em Faerun (nem só as forças do bem, todo mundo mesmo - Harpistas, Magos Vermelhos, os Escolhidos de Mystra, you name it) não queriam essa bagaça e sempre arruinavam os planos de Sammaster, que ficava a cada dia mais butthurt. Um belo dia enquanto se cortava, fazia as unhas e ouvia Fresno no rádio, Sammy descobriu um jeito de fazer os dragões entrarem numa fúria incontrolável, reduzindo-os a bestas sem mente, num processo longo e penoso que somente uma magia que ELE conhecia podia amenizar e que só podia ser completamente evitado com a transformação em dracolich.
Alguém reparou que esse filho de duas putas está ameaçando a merda do mundo inteiro só porque ele não conseguiu comer uma mulher?! Não tem como não odiar um vilão desses. Bem trabalhado pra cacete.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Comics

Vou dar umas palavras sobre o que eu ando lendo de comics. Tentei manter minha opinião livre de spoilers, mas nunca se sabe então leia com cuidado.

Kick-Ass

Essa série de peridiocidade irregular trata de um garoto bem comum, um adolescente estadunidense qualquer, que decide usar uma fantasia e combater o crime. Diferente dos heróis que o inspiraram, o protagonista não tem treinamento especial, não é mais inteligente que a média e nem mesmo tem um trauma como ignição para seu heroísmo.
Com exceção de uma coisa ou outra (mas deixemos claro que essas coisas são sempre iradas) Kick-Ass é bastante realista - 'nosso herói' Kick-Ass lida com a dura realidade de ser não só um herói mascarado como um adolescente comum. Ele tem que lidar com fama relâmpago, YouTube, MySpace, fofoca no colégio e um pai que só tenta ser o melhor possível... e claro que ele lida com tudo isso muito, muito mal.
Marcando 6 estrelas de 6 no Medidor Shinken de Qualidade (MSQ).

Ultimate Human

Eu gosto muito do universo Ultimate... e esse gibi, embora não seja um representante claro de tudo que está dando errado nele nos últimos tempos (pra isso servem Ultimates vol 3, Ultimate Origins e Ultimatum) também não é nenhuma maravilha.
A premissa já é um pouco estúpida - um dia, out of the fucking blue, Bruce Banner percebe que a tecnologia de T0ny Stark pode salvá-lo do Hulk. Ei, espera ai, e aquela coisa todo em Ultimates vol 2 sobre "fazer as pazes com meu psicopata interior"? Não era pra explicarem isso em Ultimate Wolverine x Hulk? Enfim, uma mini atrasou e fizeram outra e não se preocuparam com os furos. Lindo. O plot... sinceramente, não tem plot. Pseudociência, personagens descaracterizados, contradições... É divertido em alguns lugares, mas esses não são os personagens que eu aprendi a gostar. 2 de 6 no MSQ.

Static Shock

A revista dos Titãs ainda não se chama Static Shock mas é só uma questão de tempo.
Em Terror Titans, ele bate em geral e salva o dia. Na revista mensal, ele bate em geral e salva o dia. No anual, ele bate em geral e salva o dia... sacaram um padrão?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Top 6- Coadjuvantes em jogos

Em quase todo videogame por aí, em especial RPGs, o protagonista não é o cara mais legal no jogo. Simples assim. Claro que existem os Dantes e as Jill Valentines da vida, mas na enorme maioria das vezes não é assim - os coadjuvantes, seja por não terem tanto tempo de tela ou por não serem feitos para agradar todo mundo, acabam sendo mais carismáticos que o protagonista. E no Top Six de hoje, quero homenagear esses coadjuvantes tão irados.
6- Bartholomew Fatima (Xenogears)

Príncipe herdeiro de um reino, pirata do deserto, piloto de mecha, mestre do chicote, bravo homem do mar e caolho. Bart é tudo isso e um pouco mais. Ele tem até um pouco de ninja, protagonizando a única cena de invasão furtiva em Xenogears. Enquanto isso, o Fei é só mais um emo.
5- Haer'Dalis (Baldur's Gate II)

Em um jogo como Baldur's Gate cheio de personagens carismáticos e bem pensados, interligados entre si, é difícil escolher um só como o mais irado. Após pensar muito, eu tive que escolher Haer'Dalis. Ele é um bardo (kit blade; em D&D 3.5, algo como um Bard/Fighter) tiefling que viaja pelos planos. Além disso, ele é um membro da Doompatrol, acreditando que já que a entropia vai devorar o universo todo mesmo, acelerar o processo seria irado. Haer'Dalis é também um ator e autor de peças. Suas falas são muito boas, quase sempre com um toque de acidez e ironia, como I would be glad to dance to your tunes... if you but learn to play quando recebe ordens ou At last... oblivion! quando morre. Ele também inicia um romance com a chata da Aerie e a inicia nos caminhos do teatro - chegando ao ponto de duelar com o protagonista até a morte se ele também estiver a fim de dar uns amassos na avariel. Awesome.
4- Kidd (Chrono Cross)

Serge até que é um personagem legal, mas ele é um silent protagonist. Já Kidd é o elo principal de Chrono Cross com Chrono Trigger, tem um character design irado, um sotaque muito bem pensado (nossa, como eu queria que fosse dublado esse jogo) e a técnica final dela é segunda mais irada do jogo (a mais irada sendo o Invincible do Fargo). Kidd é o tipo de personagem que se existisse de verdade ia bagunçar a minha vida completamente e eu ia adorar.
3- Cid Highwind (Final Fantasy VII)

OK, OK. Acho que muita gente vai reclamar disso. Em primeiro lugar, Sephiroth é um vilões com o motivo mais fraco da história. Cloud é um emo safado que demora tanto pra pegar a Aeris que a coitada morre. O Cid? Cid é própria definição de badass. Em um de seus Limit Breaks ele acende dinamite com o cigarro e arremessa no inimigo. Quando Cloud é envenenado por Mako ele é quem assume a liderança do grupo. Heck, a nave é DELE. Cid é mais importante pra salvar o mundo do que Cloud, really.
2- Shu (Suikoden II)

Em Suikoden II seu protagonista usa calças corsários coladinhas, uma tiara e é mais um desses silent protagonists. Ele por algum motivo muito além da minha compreensão acaba liderando um exército, sendo que ele é rodeado de várias pessoas muito mais capazes. Um desses caras - e aquele que na prática faz você ganhar a guerra - é Shu. Um gênio da estratégia, Shu é um cara inteligente, bonitão e arrogante que fala o que quer, não leva desaforo pra casa e faz os planos de guerra mais inusitados possível. Ele não tem medo de se arriscar no campo de batalha - mesmo não sendo um lutador - pra fazer a coisa toda funcionar. Shu just plain rocks.
1- Frog (Chrono Trigger)

Um cavaleiro amaldiçoado com a aparência de um sapo, empunhando a Masamune em nome de seu amigo e mentor contra um suposto mago maligno. Simples, direto... awesome.