domingo, 31 de maio de 2009

GD 06- Enigmas insolúveis da luz e soluções irrefutáveis das sombras

Klarf e Dominic aguadardavam Lengar, que havia desaparecido misteriosamente e também Arikel e Lerin, que haviam ultrapassado a barreira entre as dimensões para visitar o Castelo dos Corvos e conseguir o apoio da misteriosa Rainha d0s Corvos, senhora das seres feéricos. Eles são visitados por uma mulher pálida trajada em couro negro, de cabelos ruivos e olhos vazios. A mulher, que apresentava uma significante semelhança com o general Zan que os havia capturado anteriormente, se apresenta como Domaris, ninja da ordem do Sol Sombrio. Ela pergunta sobre uma poderosa fonte de mal que parecia vir deles - Klarf diz que é uma emanação da armadura de Dominic enquanto o soldado da Divisão Relâmpago apenas fala sobre outra fonta de mal na região. Domaris pergunta sobre o que eles fazem na região e Klarf responde de forma evasiva; a ninja então pede para se juntar a eles pelo resto da noite e acende uma fogueira. Ela explica a filosofia do Sol Sombrio: "mesmo a luz mais forte conjura uma sombra". Os ninjas do Sol Sombrio usam as trevas do interior de seus corações e almas como arma para enfrentar os males do mundo. Logo surgem outros ninjas - cinco meio-orcs armados com shurikens, que os atacam para levar Dominic - que Domaris ainda considera a fonte do mal. Após derrotarem os ninjas, Klarf estava prestes a ser nocauteado por Domaris quando Dominic a agarra e Klarf consegue fazer com que ela o ouça - afinal, eles não haviam matado nenhum de seus discípulos.
Enquanto isso, no Castelo dos Corvos, Lerin e Arikel precisam entreter a Rainha em um jantar. Arikel lhe conta a história de fuga de Ponto Verde como um feito de bravura e a Rainha fica impressionada e finalmente lhe dá a palavra; Arikel consegue que ela aceite ajudá-los desde que eles "provem seu valor" caçando o unicórnio negro que tem atacado o território dos killoren. Garai menciona que é o pior momento possível, por causa da lua cheia. Ainda assim, equipados com uma flecha capaz de inibir os poderes de teleportação do unicórnio, a dupla parte para a caça. Após um rápido combate, eles conseguem matar o unicórnio negro mas são atacados por um caçador lunar - durante a lua cheia, os caçadores lunares mais jovens precisam 'ganhar seu nome' caçando uma criatura selvagem. Tendo a sua presa roubada por Lerin e Arikel, o caçador os ataca e exige o máximo das habilidades da dupla para ser derrotado. Depois de derrotar o caçador, Lerin e Arikel não conseguem encontrar a Rainha. Garai, porém, lhes garante o apoio que a Rainha prometeu e ainda dá a Arikel uma enigmática caixa que deve ser aberta quando ele precisar de ajuda.
Quando Lerin e Arikel voltam, encontram a ninja e após explicações ela pede que o grupo a ajude a localizar um "grande mal" responsável pela destruição de uma pequena vila. Eles investigam a vila, encontrando a população todo morta - aparentemente por favor. Dentro de uma casa, uma das vítimas se levanta como um morto-vivo que traz a morte em seus olhos: um bodak. O grupo elimina a criatura e queima todos os corpos, protegendo-os da morte em vida. Seguindo os rastros do bodak original, eles chegam a uma caverna que a criatura aparentemente tomou como seu covil. Aliado a dois esqueletos gigantes, o monstro ataca o grupo e assim que Klarf cruza o olhar assustador da criatura, morre de pavor. Enquanto Dominic aplica o golpe final nos dois esqueletos e Arikel elimina por fim o bodak, depois de Lerin ter causado danos consideráveis a todos os oponentes, Domaris os guia até o monastério do Sol Sombrio, onde Klarf é ressucitado.
Sozinho em seu quarto, Dominic é visitado pelo demônio que lhe ofereceu suas aparentemente amaldiçoadas armadura e gargantilha. Após uma discussão, o demônio diz que pode dar a Dominic os meios para se tornar um membro da ordem do Sol Sombrio, assim aprendendo a lidar com as trevas de seu coração - mas exige a alma do tiefling em troca. Inicialmente relutante, Dominic acaba concordando e assina o contrato de sangue, entregando sua alma ao misterioso demônio.

domingo, 24 de maio de 2009

Races of Rubia: Orcs e Meio-Orcs

Guerra é a pedra fundamental da sociedade orc. Quando não estão atacando seus inimigos (incluindo muitas vezes outras tribos de orcs) eles treinam em combate, reparo e construção de armas comuns e de armas de cerco e esperam impacientemente pela próxima batalha.
As tribos de orcs fazem de cavernas em regiões montanhosas seu lar, já que cavernas são de fácil defesa e exigem pouco trabalho de construção. Por vezes uma tribo orc vive em um forte ou castelo tomado de inimigos mas essas costumam ser soluções temporárias - um orc se sente verdadeiramente em casa quando habita uma caverna cravada numa montanha. Tribos nômades são também bastante comuns, inclusive porque os orcs se reproduzem muito rápido e precisam se cavernas maiores com velocidade alarmante.
Orcs possuem uma sociedade brutal e patriarcal. É muito raro encontrar uma fêmea orc em uma posição de poder secular, embora elas possam ser (e sejam com frequência) conselheiras ou o "poder detrás do trono". Orcs machos costumam ter um punhado de esposas que tratam como pouco mais que gado. Raramente, uma orc fêmea particularmente grande e forte (especialmente se ela tiver sangue de ogre) pode conseguir um espaço em um exército orc e ser tratada como uma igual (não existe nada que os orcs respeitem mais que força bruta e habilidade de combate). Apesar de serem tão grandes e fortes quanto os machos, devido a sua sociedade brutal e machista, as fêmeas têm mais sorte e sucesso quando solteiras ou viúvas e lidando com conhecimento, furtividade ou magia. Algumas das mais poderosas e temidas xamãs e assassinas de Rubia são orcs.
Escravidão é tida como uma parte natural e necessária da cultura orc. Os prisioneiros de guerra imediatamente são convertidos em escravos, normalmente realizando trabalhos artesanais ou de lavouragem, que os orcs em geral consideram indignos, "serviço de mulher". É comum encontrar escravos goblinóides, já que os orcs e os goblinóides muitas vezes dividem território, bem como anões. Elfos são muito raros como escravos - os orcs consideram sua carne muito saborosa. Orcs em geral tratam seus escravos com muito cuidado embora nenhum respeito. Na sociedade orc, escravos servem como uma medida da força de um guerreiro além de força de trabalho - aquele com mais escravos é em geral considerado o mais forte.
Canibalismo (no sentido de consumir a carne de outras criaturas inteligentes) é muito comum entre os orcs e parte de sua cultura. Eles comem a carne de seus oponentes por acreditarem que  assim consumem sua força - esse é outro motivo para que eles devorem elfos, além do sabor de sua carne, por considerarem que eles são fortes onde os orcs são fracos (ou 'não tão fortes assim'- a palavra orc para 'fraco' é a maior ofensa de sua língua).
Algum grau de mestiçagem é muito comum entre os orcs. Existem orcs com sangue de ogro, os orogs, que são raros e tidos como uma benção para qualquer tribo. Orcs com sangue de goblinóides e humanos (os meio-orcs, que enfrentam preconceito por serem menores e menos fortes) também são relativamente comuns. Não existem casos registrados de mestiços orcs com sangue élfico ou anão.
Personalidade: Orcs estão sempre em busca de uma boa batalha e de formas de mostrar sua força. Pensam de uma forma direta e costumam preferir o caminho mais curto e simples. Mais frequentemente do que não, orcs são impacientes, desconfiados e preconceituosos.
Aparência: Orcs são humanóides altos (em média entre 1,80m e 2,20m) e fortes, de grossa pele cinzenta (às vezes esverdeada ou amarelada) e poderosa massa muscular. Seus cabelos são grossos e muitas vezes usados em tranças, variando entre tons de preto, cinza e verde-escuro. Os olhos dos orcs são comumente amarelos como os dos lobos, algumas raras vezes apresentando tons castanhos. Eles apreciam muito cicatrizes (de batalha ou ritualísticas), tatuagens e piercings corporais, ostentando-os com orgulho.
Relações: Orcs não odeiam nenhuma raça em particular - eles odeiam todo mundo na mesma medida.
Tendência: A sociedade orc, pouco regrada, focada em batalha e no triunfo do mais forte, é caótica e má. Existem exceções, em especial orcs fêmeas leais e más ou neutras e más sendo bastante comuns. Orcs neutros ou bons são consideravelmente raros.
Terras dos Orcs: Os orcs nunca tiveram um grande reino, sempre perdidos em suas guerras tribais internas. Não existe nem nunca existiu uma "nação orc" - cada tribo clama seu próprio território e eles estão espalhados por toda Rubia.
Religião: Orcs seguem o Deus-Demônio, O Caolho, Gruumsh, uma divindade de destruição e o pai da raça. Os clérigos de Gruumsh possuem grande poder na supersticiosa sociedade orc e têm acesso aos domínios Orc, Força, Mal, Caos, Guerra e Destruição.
Linguagem: Orcs possuem seu próprio idioma de rosnados e sons guturais. Aqueles com Inteligência 10 ou mais também falam Comum.
Nomes: Os orcs possuem um primeiro nome, um nome de clã e um título de guerra, obtido junto com sua primeira cicatriz. Os títulos de guerra e nomes de clã são sempre traduzidos para Comum quando em contato com outras raças - como Varag Espada Quebrada, do clã Olhos Vermelhos.
Aventureiros: Orcs são mais frequentemente que qualquer outra coisa bárbaros. Orcs guerreiros e rangers também são relativamente comum. Ladinos e conjuradores divinos são muito mais comuns entre fêmeas que entre machos. Conjuradores arcanos são muito raros entre os orcs. Os poucos orcs que treinam no Caminho Sublime se tornam adeptos marciais temíveis. Poderes psíquicos e incarnum são muito raros entre os desconfiados orcs.

Observação:
Em termos de regras, os orcs e meio-orcs são praticamente inalterados no GD - mas os meio-orcs têm classe favorecida qualquer, armadura natural +1 e um bônus racial de +2 em Intimidar. Os orcs mantém classe favorecida bárbado mas ganham armadura natural +2 e um bônus racial de +2 em Intimidar. Ambas as raças tratam o machado duplo orc como uma arma comum em vez de exótica. 


GDR 5.5- Duelo Arcano

Jallan e Neal se preparam para o Duelo Arcano enquanto Abu permanece com a Ordem Transcendente por motivos ainda desconhecidos. Entre uma batalha e outra, o grupo vai em busca do elemental de fogo perdido por Faldorn - eles descobrem que o elfo empenhou seu elemental para pagar por dardos de sangue, um tipo de droga proibida em Visper, vendida pela guilda de magos fora-da-lei Crânios Flamejantes. Gwen estabelece contato com um intermediário da guilda, oferecendo informação sobre O Homem do Braço Metálico e sua grande recompensa em troca. Após o primeiro contato, Gwen e Winter vão se encontrar com outro membro da guilda para mais negociações e descobrem que os Crânios preferem negociações com aço e magia no lugar de palavras. Jallan e Neal que as seguiam as ajudam a derrotar os magos e seus capangas. Neal então se disfarça como um dos Crânios Flamejantes e vai até a base de operações dos Crânios Flamejantes, conseguindo neutralizar a líder, Jara Selarin, uma maga humana com vários parafusos a menos. Ele consegue obter o cristal com o elemental do fogo após ameaçá-la com os rumores exagerados sobre o Homem do Braço Metálico.
No Duelo Arcano, Neal enfrenta um urso-coruja e um grifo em suas batalhas na arena, enquanto Jallan derrota Felice, uma bruxa hengeyokai que se transformava em pássaro para disparar raios mortais de uma longa distância e Sev'Tal, um morto-vivo necromante membro da Patrulha do Destino. Apesar de precisar recorrer à sua transformação em que se funde com seu companheiro fada na primeira batalha, Jallan consegue superar seus desafios sem grandes problemas. Neal, desacostumado com o combate um contra um sem o elemento surpresa, enfrenta grandes dificuldades mas persevera.
Uma noite, o grupo finalmente consegue contato com o arquimago Phaerun Da'Erte, que se revela pai de Faldorn. O mago revela que o conselho de arquimagos parece querer ignorar os eventos de Porto Verde (apesar de manter a fachada lançando um ataque falso à cidade) na esperança de obter um aliado contra Viken. O arquimago também oferece ajuda, enviando um de seus homens de confiança para fazer a segurança do navio voador até a caverna Balmung. A informação mais bombástica, porém, é de que o capitão da Estrela da Eletricidade e general do exército de Falenia Van teria sido capturado e estaria sendo cotado para execução. Com esta informação o grupo fica em dúvida entre tentar resgatá-lo e continuar no Duelo Arcano - Sanjakillar então aparece sugerindo lutar no lugar de Jallan, mencionando inclusive que o killoren não tinha a menor chance contra Imogen em seu atual nível de habilidade. 
Correndo contra o tempo, Gwen, Winter, Jallan e Neal se dirigem para o navio voador de Faldorn para chegar a Perdana, capital de Visper.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A goof, for great justice

[13:18] ....e One Piece: vai tomar no cu
[13:18] Thiago Shinken // Wanderer above the sea of fog: vai vc, seu chupador de rola
[13:19] ....e One Piece: vai tomar no cu
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sábado, 9 de maio de 2009

GDR 4.5 - A Filosofia das Sombras

Duas semanas depois da Batalha de Ponto Verde, Arikel, Lengar, Dominic e Klarf continuam se esgueirando pelas florestas de Falenia, se escondendo de patrulhas do exército. Anter de irem dormir, Arikel percebe pela primeita vez que Dominic não está usando o uniforme ou armadura da Estrela da Eletricidade (ou Divisão Relâmpago, como ficou mais trendy) e sim uma armadura de couro negro completa com gargantilha gay. Apesar de achar o fato curioso, Arikel não faz comentários. Mais tarde, enquanto Dominic faz seu turno de guarda e Lengar vai se aliviar em um rio próximo, quatro criaturas atacam o acampamento (ou melhor, o cantinho com uma fogueira e uma caixa de comida) do grupo.  De feições claramente élficas, esguios e de movimentos graciosos, as criaturas possuem enormes garras, cicatrizes pelo corpo, olhos brilhando com uma sinistra luminescência verde e uma postura curvada, primitiva. Uma vez em combate, o grupo tem grandes dificuldades em acertar as criaturas - protegidas por poderes psiônicos similares ao Duque Svarok e esquivando-se com instintos de feras selvagens, esses anti-elfos forçam Arikel a se render quando nocauteiam Dominic e Klarf enquanto Lengar se esconde - especialmente quando a figura pálida e de cabelos de um vermelho doentio do General Zan aparece. Surgindo de lugar algum no meio da batalha, o homem tinha garras ainda maiores que as dos anti-elfos e emanava uma aura de estranheza, um sentimento de antinaturalidade - uma forte sensação de erro. 
Presos em uma carroça junto com todo seu equipamento, Arikel, Klarf e Dominic são amarrados, impedindo que Arikel use suas habilidades do Caminho Sublime e que Klarf use sua magia. Com apenas um anti-elfo guardando a jaula, eles são libertados pelo misterioso Lerin, um rapaz com barba por fazer e trajes gastos de samurai, que em um ataque conjunto (mas não combinado) com Lengar derruba o monstro antes que ele possa gritar. Fugindo sem chamar atenção, o bando sem refugia em uma caverna próxima para repousar e se preparar para continuar viagem. Lerin se apresenta e diz ter sido contratado por alguém próximo a um deles para resgatá-los e ajudá-los a chegar em Weissenacht. Seguindo pelo meio da floresta para dificultar a perseguição que certamente se seguiriam, o grupo se perde após seguir a liderança de Lengar e durante a noite e visitado por uma ninfa. A fada, um epítomo de beleza, lhes oferece comida e um lugar mais confortável para descansar, mas Lengar se recusa a confiar nela. Desconfiado, Arikel tenta usar sua habilidade de detectar maldade, mas é ofuscado pelo mal que emana da armadura de Dominic - perto de uma fonte de maldade tão grande, Arikel não consegue localizar outras. Klarf investiga as auras mágicas do equipamento de Dominic, temendo que pudesse ser alguma forma de espionagem, mas ao encontrar apenas uma aura de transmutação, acredita que não seja o caso.
A ninfa comenta da amizade das fadas em geral com a família Aesir e Arikel requisita uma audiência com um representante das fadas. Após um curto ritual no ponto mais escuro da floresta, a ninfa entra em contato com a Rainha dos Corvos, soberana das cortes feéricas e logo ela envia um grupo de shadar-kai (as fadas das sombras) liderado pelo guerreiro veterano Garai para buscar o grupo. Os shadar-kai avisam que caso Dominic entre no Plano das Sombras vestindo a armadura e gargantilha vai ser absorvido pela própria essência da dimensão e deixar de existir. Assim, Arikel decide levar somente Lerin com ele para o Castelo dos Corvos, morada da soberana das fadas. Klarf o avisa que 20 horas no semiplano das fadas equivalem a apenas uma hora em Rubia.
As peculiaridades do Castelo dos Corvos, no limite entre o Plano das Sombras, o Plano Material e o Plano Etéreo, confundem a mente e os olhos de Arikel e Lerin. Levados à presença da Rainha dos Corvos, eles conhecem seu poder, arrogância e presunção - a Rainha mais parece uma criança mimada, mas é uma criança mimada aparentemente onipotente. Lerin faz um comentário irônico sobre o comportamento da Rainha e ela o transforma em um porco e ordena que ele "chafurde na lama e goste disso". Garai menciona que nesse caso não se trata de uma punição e ela decide que Lerin deve odiar chafurdar na lama e é exatamente o que acontece - em seus domínios, tudo se curva à vontade da Rainha dos Corvos. Arikel ganha a simpatia da Rainha ao sugerir que transforme Lerin de volta em humano, mas mantendo a lembrança de como era feliz como um porco chafurdando na lama. Após relatar os acontecimentos da Batalha de Ponto Verde e pedir ajuda, Arikel encontra como obstáculo a arrogância da Rainha, que se considera invencível em seu semiplano (e talvez até seja). Cansada da discussão, ela diz que vai tratar de tudo no dia seguinte, depois de outro banquete, outra festa e um torneio de cavaleiros. Arikel pergunta a Garai se a Rainha vai se lembrar da presença deles no dia seguinte, e Garai responde sinceramente que ela muito provavelmente não lembrará.

NPCs importantes:
Zan- Um homem pálido, calmo e confiante que apareceu no comando dos anti-elfos que encurralaram Arikel e companhia. Estranhamente, apesar do esforço que fez para capturá-los, designou um contingente precário para a vigilância das celas.
A Rainha dos Corvos - Uma entidade misteriosa, poderosa e caprichosa que reina sobre todas as fadas e parece ser onipotente em seu domínio. Extremamente perigosa, a Rainha dos Corvos é quase como uma criança com poder ilimitado.
Garai- Um shadar-kai que atua como assessor da Rainha dos Corvos - muitas vezes a voz da razão que guia a Rainha. Aparentemente um homem que leva muito a sério seu dever de proteger seu povo.

Nota:
Estava pensando e apesar de ser estranho espião ter uniforme, militar precisa ter, então certamente a Estrela da Eletricidade tem um uniforme cerimonial ou coisa assim, mas que não costuma ser usado em missões.