Quando o grupo se aproxima do NV Invencível para partir, encontra Faldorn trajado para combate (incluindo um cinto de couro marcado com três pedras de selenita*, luvas de couro ornamentadas com relâmpagos azuis, uma azagaia presa por cima do ombro, um peitoral de aço e um sabre à cintura) conversando com um elfo de cabelos negros trajado de forma aristocrática. O elfo de apresenta como Lerac da família Amatifa - antigos vassalos dos Argith, família de Gwen. Ele se oferece para acompanhá-los, inclusive oferecendo dois dragões (não presentes e referidos inicialmente apenas como "amigos") para proteção do Invencível. Lerac se mostra um cantor virtuoso, além disso muito gentil e amigável... até o Invencível sobrevoar o Deserto Azul. Neste ponto, Lerac dá a Faldorn a chance de trair o grupo enquanto dois dragões azuis, pouco maiores que cavalos mas muito mais ameaçadores, atacam o navio voador pelos flancos. Um combate se inicia, Lerac demonstrando a habilidade de criar com sua canção uma lâmina de fogo, relâmpago e som de poder assustador, derrotando Gwen e Neal em combate antes que eles pudessem reagir. Entre o combate com Lerac e os dragões causando tantos danos ao Invencível que o fazia cair dos céus, o grupo perde a coesão e não consegue enfrentar a ameaça. Abu tenta subjugar os dragões mas não consegue e é mastigado e cuspido ainda vivo no convés. Quando o navio atinge as areias, graças à perícia de Faldorn, a resistência do Invencível, a composição das místicas areias azuis de incarnum, muita sorte e boa vontade do DM, o grupo sobrevive mais ou menos ileso - com exceção do Faldorn, inconsciente e muito ferido.
O calor inclemente do Deserto Azul ameaça matar o bando, que é atacado por uma patrulha de janni - o tipo mais fraco de gênio, composto pelos quatro elementos. Quando não parecia mais haver esperança, quando Neal, Jallan e os Demônios do Deserto pareciam condenados a uma morte horrível por desidratação ironicamente justamente quando chegaram ao deserto... Nanashi surge para salvá-los. O jovem azurin explica ter sido contato por um membro de sua tribo logo depois da batalha de Ponto Verde e ter precisado voltar porque seu pai estava muito doente. O pai de Nanashi já morto, agora ele precisa liderar sua tribo em um momento delicado no Deserto Azul, quando um novo poder se ergue nas areias.
Na vila da tribo de Nanashi, o grupo recebe cuidados médicos através de usuários de incarnum - magia arcana ou divina é muito rara entre os azurin, Nanashi sendo o único conjurador arcano de sua tribo em particular. A conselheira dele, uma senhora de idade e com cabelos cor azul-cobalto chamada Azura, explica aos companheiros de Nanashi (após o jovem repetidas vezes tentar reunir os Demônios do Deserto ignorando Jallan e Neal sem muito sucesso) sobre a situação no Deserto Azul. Um janni chamado Ahmed surgiu recentemente buscando poderes arcanos, o que é relativamente comum na região - por toda Rubia se diz que no Deserto Azul existem mais segredos mágicos escondidos que em todo o resto do continente. Ahmed aparentemente reuniu uma considerável quantidade de poder, controlando uma força composta de mercenários e outros janni, uma força capaz de fazer frente aos poderes que mantém ocultos os segredos do Deserto Azul - primariamente os yuan-ti, senhores dos oásis, homens-serpente mais temidos e respeitados que a própria morte pelos demais habitantes dos desertos. Azurra sugerem que Nanashi e companhia visitem uma tribos de dervixes próxima (com muita cautela pois a relação entre dervixes e azurin não é exatamente estável) para dividir as preocupações com seus líderes.
Na manhã em que se preparavam para viajar, uma assassina yuan-ti ataca Nanashi mas o grupo consegue neutralizá-la rapidamente, apesar do jovem azurin ter escapado com vida por um fio.
Enquanto o grupo segue para seu encontro com os dervixes, uma figura parece segui-los à distância.
* Selenita é uma variedade de gipsita (na química - sal ou metalóide do ácido selênico) bem cristalizada e com aparência vítrea como vocês podem conferir na imagem desnecessariamente grande abaixo. Muitas vezes traduzido erroneamente como "pedra da lua" pelos tradutores preguiçosos e sem vergonha da Devir.
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